Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) emitiu esta sexta-feira um alerta para a previsão, para as próximas 48 horas, sobretudo nas regiões do Centro e Sul, de precipitação que poderá ser localmente forte, acompanhada de trovoadas, com base na informação meteorológica disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) emitiu esta sexta-feira um alerta para a previsão, para as próximas 48 horas, sobretudo nas regiões do Centro e Sul, de precipitação que poderá ser localmente forte, acompanhada de trovoadas, com base na informação meteorológica disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A partir do fim do dia de domingo (4 de Novembro) prevê-se já uma diminuição da precipitação acompanhada de uma descida das temperaturas.
Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
- Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
- Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
- Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
- Danos em estruturas montadas ou suspensas;
- Possíveis acidentes na orla costeira;
- Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem.
A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adopção de comportamentos adequados, pelo que se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de auto-protecção para estas situações, em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, nomeadamente:
- Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculo ao livre escoamento das águas;
- Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
- Adoptar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
- Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
- Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
- Não praticar actividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
- Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Protecção Civil e Forças de Segurança.
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