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País 22 de novembro de 2012

Fado: Museu em Alfama com horário prolongado no fim de semana

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Museu do Fado, no bairro lisboeta de Alfama, vai “estar de portas abertas” no fim de semana, no âmbito das celebrações do aniversário da proclamação do Fado como Património da Humanidade, disse a diretora.

 

 O Museu do Fado, no bairro lisboeta de Alfama, vai “estar de portas abertas” no fim de semana, no âmbito das celebrações do aniversário da proclamação do Fado como Património da Humanidade, disse a diretora.

Em declarações à Lusa, Sara Pereira afirmou que o balanço que faz de um ano da proclamação “é muito positivo” e referiu “os inúmeros pedidos de todo o país de escolas e instituições para divulgar e dar a conhecer melhor este canto”.

A responsável citou ainda o número de visitantes do museu que “duplicou, dos pouco mais de 30.000 antes da proclamação, para os atuais 60.000 já registados”.

No próximo fim de semana esta cifra irá certamente aumentar, já que o Museu irá prolongar o horário de abertura e receber diferentes iniciativas como atuações de fadistas.

No sábado, o Museu, no largo do Chafariz de Dentro, está aberto das 10:00 às 01:00 de domingo, e no domingo das 10:00 às 24:00.

O programa de sábado começa de manhã com os alunos da Escola do Museu que atuarão “no percurso museológico”, e à tarde haverá fados com as atuações de Maria Amélia Proença, distinguida o ano passado com o Prémio Amália Carreira, Cristiana, Anita Guerreiro, José Manuel Barreto, Ana Sofia Varela e Miguel Capucho. Os fadistas serão acompanhados por António Parreira na guitarra portuguesa e Guilherme Carvalhais na viola de fado.

Às 20:30 canta Cuca Roseta que integrou o elenco do filme “Fados”, de Carlos Saura, e às 22:00 realiza-se um concerto de Paulo de Bragança, seguido da atuação de Gisela João, previstas para as 24:00.

No domingo, entre as 14:00 e as 18:00, haverá desgarradas com as duplas Conceição Ribeiro e Pedro Galveias, e Nuno de Aguiar e Luísa Soares, que serão acompanhados por António Parreira e Guilherme Carvalhais.

No Museu, paralelamente à exposição permanente que inclui discos, fotografias, a “Casa da Mariquinhas”, idealizada e construída por Alfredo Marceneiro e o óleo “Fado” (1910), de José Malhoa, estarão dispostos doze trajos e os respetivos acessórios de cena de fadistas, no âmbito da exposição “Com Esta Voz Me Visto – O Fado e a Moda”, que é inaugurada hoje às 19:00 no Museu do Design e da Moda.

No dia 27 de novembro do ano passado o VI Comité Intergovernamental da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) reunido em Nusa Dua, na ilha indonésia de Bali, proclamou o Fado Património Cultural Imaterial da Humanidade.

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