Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Especialistas do setor da comunicação social defendem que o papel nunca irá desaparecer, mas terá de se adaptar a novos modelos de negócios, à revolução tecnológica e à convivência com o 'online' e as aplicações móveis.
Especialistas do setor da comunicação social defendem que o papel nunca irá desaparecer, mas terá de se adaptar a novos modelos de negócios, à revolução tecnológica e à convivência com o 'online' e as aplicações móveis.
Há dez anos, muitos consideravam que o 'online' seria o responsável pelo fim do papel. Hoje há quem acredite que essa função caberá aos 'tablets' e aos 'smartphones', mas também há quem admita que o papel existirá sempre, apesar de a crise económica estar a acelerar a crise do jornalismo tradicional.
"O papel existirá sempre, caso contrário seria como se comêssemos uma fruta, sem ter olfato, tendo apenas o sabor", resume o presidente do OmnicomMediaGroup, Luís Mergulhão.
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