Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O primeiro-ministro defende que a reforma do Estado tem de rever as despesas com pensões, saúde e educação e considerou que neste último setor há margem constitucional para um maior financiamento por parte dos cidadãos.
O primeiro-ministro defende que a reforma do Estado tem de rever as despesas com pensões, saúde e educação e considerou que neste último setor há margem constitucional para um maior financiamento por parte dos cidadãos.
Em entrevista à TVI, na sua residência oficial de São Bento, Pedro Passos Coelho foi questionado sobre por onde pretende começar a reformar o Estado de modo a poupar 4 mil milhões de euros. "Pelas rubricas financeiras mais pesadas, como é evidente", respondeu o primeiro-ministro.
Passos Coelho disse que "metade da despesa do Estado, sem juros, são prestações sociais, ou seja, segurança social, saúde e educação" e que os salários e despesas com pessoal representam uma fatia de cerca de 20%.
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