Por: Nuno Cerdeira
A concelhia do PSD de Castelo Branco festejou o aniversário do partido com uma confiança inabalável no futuro dos sociais-democratas e uma enorme preocupação no presente estado do país.
Numa altura em que o PSD nacional comemora 36 anos, os responsáveis distritais garantem que o partido “laranja” é a única esperança que resta a Portugal.
A concelhia do PSD de Castelo Branco festejou o aniversário do partido com uma confiança inabalável no futuro dos sociais-democratas e uma enorme preocupação no presente estado do país.
Numa altura em que o PSD nacional comemora 36 anos, os responsáveis distritais garantem que o partido “laranja” é a única esperança que resta a Portugal.
Presentes na abertura das comemorações do aniversário, estiveram Carlos São Martinho, Presidente da Comissão Política Distrital e deputado na Assembleia da República, Manuel Frexes, autarca que lidera os destinos do município do Fundão e Presidente dos Autarcas Sociais-Democratas, o Presidente da Concelhia, João Paulo Benquerença, Carlos Costa Neves, deputado na Assembleia da República, Fernando Jorge, membro da Comissão Política Nacional, o militante número um do distrito, Mário Lopes, e António Carmona, Presidente da Juventude “laranja”.
O discurso foi feito em uníssono com os responsáveis a apontarem Passos Coelho como próximo primeiro-ministro. Carlos São Martinho afirmou que Portugal vive “dias perigosos” e acusou o primeiro-ministro, José Sócrates de querer “caminhar para o abismo”.
Para o Presidente da Comissão Política Distrital, a situação é “dramática” e os eleitores já vêm “o PSD como a salvação do país”. Já para Fernando Jorge defendeu que os princípios de ética política semeados há 36 anos estão a ser seguidos por Pedro Passos Coelho, Presidente do PSD nacional.
Para Fernando Jorge, os portugueses são quem vai colher os frutos dos princípios que Passos Coelho semeia na política: “quem tem que mudar é quem está mal no governo e não os portugueses”.
Por seu lado, Carlos Costa Neves garantiu que o PSD pratica a máxima “acima do partido estão os interesses de Portugal” e que o líder nacional já assumiu que o que está acima de tudo é Portugal. Costa Neves disse que o PSD “está preparado para servir Portugal”.
Também Manuel Frexes seguiu pelo mesmo diapasão e afirmou que o PSD foi o responsável, após o 25 de Abril, nos anos em que esteve no governo, pelo bem-estar dos portugueses: “os indicadores dos Governos PS para os dos governos PSD são como o dia e a noite”.
Manuel Frexes garantiu, também ele, que Passos Coelho é o que o “país precisava” e defendeu que é “vital” para o país “que o PSD volte ao governo”. Por fim, António Carmona afirmou que “com Passos Coelho Portugal vai mudar e vai andar para a frente”.
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