Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
País 17 de dezembro de 2012

Seguro tem como objetivos vencer as autárquicas 2013 e consolidar alternativa

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O secretário-geral do PS parte para 2013 tendo como principais objetivos consolidar a alternativa face ao Governo e vencer as eleições autárquicas, num ano em que terá de renovar a sua liderança junto dos militantes socialistas.

 

O secretário-geral do PS parte para 2013 tendo como principais objetivos consolidar a alternativa face ao Governo e vencer as eleições autárquicas, num ano em que terá de renovar a sua liderança junto dos militantes socialistas.

Entre dirigentes e deputados socialistas de todas as sensibilidades internas há uma ideia comum: o próximo ano será decisivo para António José Seguro.

Em 2013, Seguro terá eleições diretas para um novo mandato de dois anos à frente do PS - e se as vencer será com grande probabilidade o candidato socialista a primeiro-ministro. Antes ou depois desse ato eleitoral interno, enfrentará o teste das eleições autárquicas.

Na direção dos socialistas entende-se que uma vitória nas autárquicas consistirá em tornar o PS no partido mais votado a nível nacional, ao mesmo tempo que se salienta que alcançar essa fasquia "não são favas contadas", porque em 2009 o PS conquistou o maior número de câmaras de sempre, ficando ainda assim atrás do PSD, e porque muitos presidentes de câmaras carismáticos não se recandidatarão por terem atingido o limite de mandatos.

"E o PS é, para já, o único partido que não candidata presidentes de câmaras a um quarto mandato consecutivo, transferindo-os para outros municípios", referiu à agência Lusa um alto responsável socialista.

No plano das relações com o Governo, o secretário-geral do PS entra em 2013 com o aviso de que poderá a prazo apresentar uma moção de censura e exigir a realização de eleições antecipadas se as condições políticas e sociais do país registarem um agravamento.

Neste contexto, em 2013, Seguro deverá manter uma trajetória de progressivo afastamento em relação ao Governo, num processo que já o levou a admitir apresentar uma moção de censura caso as alterações à Taxa Social Única (TSU) entrassem em vigor no âmbito do Orçamento para 2013 e a afirmar no Parlamento, preto no branco, que Portugal precisa de outro primeiro-ministro.

Os socialistas rejeitam qualquer responsabilidade neste afastamento face ao Governo de centro-direita e culpam sobretudo o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apontando como exemplos casos não só de quebra de diálogo com o PS, mas também com os parceiros sociais.

A ideia transmitida pelo PS é que Pedro Passos Coelho se isolou cada vez mais no "núcleo duro" do seu executivo, onde pontifica "a ortodoxia financeira" do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, e se distanciou gradualmente de um consenso que os socialistas acreditam existir na sociedade portuguesa em torno dos princípios básicos sobre o caminho a seguir no processo de ajustamento económico e financeiro.

Neste quadro, o PS iniciará o ano mantendo a sua recusa em participar no compromisso assumido pelo Governo junto da 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia) de cortar quatro mil milhões de euros nas funções do Estado.

Por outro lado, o PS diz-se atento face a alegados sinais de desgaste no interior do Governo e à eventualidade de se realizarem eleições legislativas antes de 2015.

Para o efeito, o trabalho do laboratório de ideias (o conjunto de quadros do PS que tem por missão apresentar o programa eleitoral) foi acelerado nos últimos meses e, segundo dados da direção, só nos últimos 15 dias foram apresentadas mais de 300 propostas provenientes de 40 diferentes grupos de trabalho.

No plano interno, a linha do PS passa por definir uma estratégia que alie disciplina orçamental a uma aposta em programas de estímulo ao crescimento; no plano externo europeu, Seguro pretende consolidar aliados no centro esquerda a favor da adoção de medidas de emergência para que Portugal tenha melhores condições no seu processo de ajustamento (sobretudo através de uma redução do serviço de dívida) e para que a zona euro, no seu conjunto, disponha de mecanismos para sair do atual quadro de recessão.

O secretário-geral do PS parte para 2013 tendo como principais objetivos consolidar a alternativa face ao Governo e vencer as eleições autárquicas, num ano em que terá de renovar a sua liderança junto dos militantes socialistas.

Entre dirigentes e deputados socialistas de todas as sensibilidades internas há uma ideia comum: o próximo ano será decisivo para António José Seguro.

Em 2013, Seguro terá eleições diretas para um novo mandato de dois anos à frente do PS - e se as vencer será com grande probabilidade o candidato socialista a primeiro-ministro. Antes ou depois desse ato eleitoral interno, enfrentará o teste das eleições autárquicas.

Na direção dos socialistas entende-se que uma vitória nas autárquicas consistirá em tornar o PS no partido mais votado a nível nacional, ao mesmo tempo que se salienta que alcançar essa fasquia "não são favas contadas", porque em 2009 o PS conquistou o maior número de câmaras de sempre, ficando ainda assim atrás do PSD, e porque muitos presidentes de câmaras carismáticos não se recandidatarão por terem atingido o limite de mandatos.

"E o PS é, para já, o único partido que não candidata presidentes de câmaras a um quarto mandato consecutivo, transferindo-os para outros municípios", referiu à agência Lusa um alto responsável socialista.

No plano das relações com o Governo, o secretário-geral do PS entra em 2013 com o aviso de que poderá a prazo apresentar uma moção de censura e exigir a realização de eleições antecipadas se as condições políticas e sociais do país registarem um agravamento.

Neste contexto, em 2013, Seguro deverá manter uma trajetória de progressivo afastamento em relação ao Governo, num processo que já o levou a admitir apresentar uma moção de censura caso as alterações à Taxa Social Única (TSU) entrassem em vigor no âmbito do Orçamento para 2013 e a afirmar no Parlamento, preto no branco, que Portugal precisa de outro primeiro-ministro.

Os socialistas rejeitam qualquer responsabilidade neste afastamento face ao Governo de centro-direita e culpam sobretudo o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apontando como exemplos casos não só de quebra de diálogo com o PS, mas também com os parceiros sociais.

A ideia transmitida pelo PS é que Pedro Passos Coelho se isolou cada vez mais no "núcleo duro" do seu executivo, onde pontifica "a ortodoxia financeira" do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, e se distanciou gradualmente de um consenso que os socialistas acreditam existir na sociedade portuguesa em torno dos princípios básicos sobre o caminho a seguir no processo de ajustamento económico e financeiro.

Neste quadro, o PS iniciará o ano mantendo a sua recusa em participar no compromisso assumido pelo Governo junto da 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia) de cortar quatro mil milhões de euros nas funções do Estado.

Por outro lado, o PS diz-se atento face a alegados sinais de desgaste no interior do Governo e à eventualidade de se realizarem eleições legislativas antes de 2015.

Para o efeito, o trabalho do laboratório de ideias (o conjunto de quadros do PS que tem por missão apresentar o programa eleitoral) foi acelerado nos últimos meses e, segundo dados da direção, só nos últimos 15 dias foram apresentadas mais de 300 propostas provenientes de 40 diferentes grupos de trabalho.

No plano interno, a linha do PS passa por definir uma estratégia que alie disciplina orçamental a uma aposta em programas de estímulo ao crescimento; no plano externo europeu, Seguro pretende consolidar aliados no centro esquerda a favor da adoção de medidas de emergência para que Portugal tenha melhores condições no seu processo de ajustamento (sobretudo através de uma redução do serviço de dívida) e para que a zona euro, no seu conjunto, disponha de mecanismos para sair do atual quadro de recessão.

O secretário-geral do PS parte para 2013 tendo como principais objetivos consolidar a alternativa face ao Governo e vencer as eleições autárquicas, num ano em que terá de renovar a sua liderança junto dos militantes socialistas.

Entre dirigentes e deputados socialistas de todas as sensibilidades internas há uma ideia comum: o próximo ano será decisivo para António José Seguro.

Em 2013, Seguro terá eleições diretas para um novo mandato de dois anos à frente do PS - e se as vencer será com grande probabilidade o candidato socialista a primeiro-ministro. Antes ou depois desse ato eleitoral interno, enfrentará o teste das eleições autárquicas.

Na direção dos socialistas entende-se que uma vitória nas autárquicas consistirá em tornar o PS no partido mais votado a nível nacional, ao mesmo tempo que se salienta que alcançar essa fasquia "não são favas contadas", porque em 2009 o PS conquistou o maior número de câmaras de sempre, ficando ainda assim atrás do PSD, e porque muitos presidentes de câmaras carismáticos não se recandidatarão por terem atingido o limite de mandatos.

"E o PS é, para já, o único partido que não candidata presidentes de câmaras a um quarto mandato consecutivo, transferindo-os para outros municípios", referiu à agência Lusa um alto responsável socialista.

No plano das relações com o Governo, o secretário-geral do PS entra em 2013 com o aviso de que poderá a prazo apresentar uma moção de censura e exigir a realização de eleições antecipadas se as condições políticas e sociais do país registarem um agravamento.

Neste contexto, em 2013, Seguro deverá manter uma trajetória de progressivo afastamento em relação ao Governo, num processo que já o levou a admitir apresentar uma moção de censura caso as alterações à Taxa Social Única (TSU) entrassem em vigor no âmbito do Orçamento para 2013 e a afirmar no Parlamento, preto no branco, que Portugal precisa de outro primeiro-ministro.

Os socialistas rejeitam qualquer responsabilidade neste afastamento face ao Governo de centro-direita e culpam sobretudo o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apontando como exemplos casos não só de quebra de diálogo com o PS, mas também com os parceiros sociais.

A ideia transmitida pelo PS é que Pedro Passos Coelho se isolou cada vez mais no "núcleo duro" do seu executivo, onde pontifica "a ortodoxia financeira" do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, e se distanciou gradualmente de um consenso que os socialistas acreditam existir na sociedade portuguesa em torno dos princípios básicos sobre o caminho a seguir no processo de ajustamento económico e financeiro.

Neste quadro, o PS iniciará o ano mantendo a sua recusa em participar no compromisso assumido pelo Governo junto da 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia) de cortar quatro mil milhões de euros nas funções do Estado.

Por outro lado, o PS diz-se atento face a alegados sinais de desgaste no interior do Governo e à eventualidade de se realizarem eleições legislativas antes de 2015.

Para o efeito, o trabalho do laboratório de ideias (o conjunto de quadros do PS que tem por missão apresentar o programa eleitoral) foi acelerado nos últimos meses e, segundo dados da direção, só nos últimos 15 dias foram apresentadas mais de 300 propostas provenientes de 40 diferentes grupos de trabalho.

No plano interno, a linha do PS passa por definir uma estratégia que alie disciplina orçamental a uma aposta em programas de estímulo ao crescimento; no plano externo europeu, Seguro pretende consolidar aliados no centro esquerda a favor da adoção de medidas de emergência para que Portugal tenha melhores condições no seu processo de ajustamento (sobretudo através de uma redução do serviço de dívida) e para que a zona euro, no seu conjunto, disponha de mecanismos para sair do atual quadro de recessão. O secretário-geral do PS parte para 2013 tendo como principais objetivos consolidar a alternativa face ao Governo e vencer as eleições autárquicas, num ano em que terá de renovar a sua liderança junto dos militantes socialistas.

Entre dirigentes e deputados socialistas de todas as sensibilidades internas há uma ideia comum: o próximo ano será decisivo para António José Seguro.

Em 2013, Seguro terá eleições diretas para um novo mandato de dois anos à frente do PS - e se as vencer será com grande probabilidade o candidato socialista a primeiro-ministro. Antes ou depois desse ato eleitoral interno, enfrentará o teste das eleições autárquicas.

Na direção dos socialistas entende-se que uma vitória nas autárquicas consistirá em tornar o PS no partido mais votado a nível nacional, ao mesmo tempo que se salienta que alcançar essa fasquia "não são favas contadas", porque em 2009 o PS conquistou o maior número de câmaras de sempre, ficando ainda assim atrás do PSD, e porque muitos presidentes de câmaras carismáticos não se recandidatarão por terem atingido o limite de mandatos.

"E o PS é, para já, o único partido que não candidata presidentes de câmaras a um quarto mandato consecutivo, transferindo-os para outros municípios", referiu à agência Lusa um alto responsável socialista.

No plano das relações com o Governo, o secretário-geral do PS entra em 2013 com o aviso de que poderá a prazo apresentar uma moção de censura e exigir a realização de eleições antecipadas se as condições políticas e sociais do país registarem um agravamento.

Neste contexto, em 2013, Seguro deverá manter uma trajetória de progressivo afastamento em relação ao Governo, num processo que já o levou a admitir apresentar uma moção de censura caso as alterações à Taxa Social Única (TSU) entrassem em vigor no âmbito do Orçamento para 2013 e a afirmar no Parlamento, preto no branco, que Portugal precisa de outro primeiro-ministro.

Os socialistas rejeitam qualquer responsabilidade neste afastamento face ao Governo de centro-direita e culpam sobretudo o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apontando como exemplos casos não só de quebra de diálogo com o PS, mas também com os parceiros sociais.

A ideia transmitida pelo PS é que Pedro Passos Coelho se isolou cada vez mais no "núcleo duro" do seu executivo, onde pontifica "a ortodoxia financeira" do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, e se distanciou gradualmente de um consenso que os socialistas acreditam existir na sociedade portuguesa em torno dos princípios básicos sobre o caminho a seguir no processo de ajustamento económico e financeiro.

Neste quadro, o PS iniciará o ano mantendo a sua recusa em participar no compromisso assumido pelo Governo junto da 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia) de cortar quatro mil milhões de euros nas funções do Estado.

Por outro lado, o PS diz-se atento face a alegados sinais de desgaste no interior do Governo e à eventualidade de se realizarem eleições legislativas antes de 2015.

Para o efeito, o trabalho do laboratório de ideias (o conjunto de quadros do PS que tem por missão apresentar o programa eleitoral) foi acelerado nos últimos meses e, segundo dados da direção, só nos últimos 15 dias foram apresentadas mais de 300 propostas provenientes de 40 diferentes grupos de trabalho.

No plano interno, a linha do PS passa por definir uma estratégia que alie disciplina orçamental a uma aposta em programas de estímulo ao crescimento; no plano externo europeu, Seguro pretende consolidar aliados no centro esquerda a favor da adoção de medidas de emergência para que Portugal tenha melhores condições no seu processo de ajustamento (sobretudo através de uma redução do serviço de dívida) e para que a zona euro, no seu conjunto, disponha de mecanismos para sair do atual quadro de recessão.

Partilhar:

Relacionadas

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!