Por: Diario Digital Castelo Branco
Socialistas reagem às acusações de do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. E contra ataca: "Nem entre os partidos da coligação houve negociação".
Socialistas reagem às acusações de do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. E contra ataca: "Nem entre os partidos da coligação houve negociação".
"É falso", afirma Mota Andrade, em declarações ao Expresso. O vice-presidente do grupo parlamentar socialista lembra que foi o secretário-geral do PS quem primeiro desafiou o Governo, em julho de 2011, a avançar para uma reforma do poder local.
"O Governo não respondeu a esse repto" e nunca houve qualquer negociação entre o PS e o PSD (ou o Governo), lamenta o deputado.
O dirigente socialista reage às declarações do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas que, esta manhã, disse à Antena 1 que "o PS fugiu a um entendimento (sobre a reforma administrativa) como o diabo da Cruz".
"O Governo apresentou um Livro Verde da Reforma Administrativa sem ouvir o PS", constata Mota Andrade. "Mas também não ouviu o CDS", acrescenta: "O Livro Verde falava da necessidade de uma nova lei eleitoral autárquica, que era, essa sim, fundamental. Mas o CDS não concordou. É a prova de que nem entre os partidos da coligação houve negociação".
A reforma administrativa do Governo que é discutida esta sexta-feira em plenário acabou, assim, por se resumir à lei de extinção de freguesias que, segundo o parlamentar socialista, "é uma lei sem quaisquer ganhos em termos de custos, feita sem ouvir ninguém, a regra e esquadro, tratando como igual o que é desigual".
Mota Andrade conclui que "esta não é reforma nenhuma" e que a proposta de lei, que previsivelmente será aprovada, "só veio perturbar a sociedade", merecendo reprovação, inclusivamente, dos autarcas do PSD.
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