Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Portugal regressou hoje oficialmente aos mercados primários de dívida de médio e longo prazo, um dos objectivos fundamentais do memorando da troika previsto para Setembro, com uma colocação de 2,5 mil milhões de euros de obrigações a cinco anos protegida por um sindicato bancário formado pelo BES, Barclays, Deutsche Bank e Morgan Stanley.
Portugal regressou hoje oficialmente aos mercados primários de dívida de médio e longo prazo, um dos objectivos fundamentais do memorando da troika previsto para Setembro, com uma colocação de 2,5 mil milhões de euros de obrigações a cinco anos protegida por um sindicato bancário formado pelo BES, Barclays, Deutsche Bank e Morgan Stanley.
A procura quebrou a barreira dos 12 mil milhões de euros. Os resultados foram anunciados esta tarde por Maria Luís Albuquerque, secretária de Estado do Tesouro, e por João Moreira Rato, presidente do IGCP, em conferência de imprensa no Ministério das Finanças. Os responsáveis adiantaram que os investidores estrangeiros ficaram com 93% da emissão.
A taxa de juro ficou um pouco acima da «yield» de 4,743% com que negoceia, no mercado secundário, a linha de obrigações que Portugal emitiu hoje, mas muito abaixo da última operação comparável: a última emissão sindicada a cinco anos aconteceu em Fevereiro de 2011, na era pré-troika, no montante de 3,5 mil milhões a uma taxa de 6,4%.
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