Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O pedido do Governo português para que o prazo de pagamento do empréstimo à 'troika' seja alargado é, na prática, um perdão parcial de dívida, consideram dois analistas em resposta a questões colocadas pela Lusa.
O pedido do Governo português para que o prazo de pagamento do empréstimo à 'troika' seja alargado é, na prática, um perdão parcial de dívida, consideram dois analistas em resposta a questões colocadas pela Lusa.
"Na prática é uma restruturação de dívida, em condições favoráveis a Portugal", sublinha Filipe Garcia, economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros.
Para o economista, este é mesmo um dos caminhos que Portugal tem para lidar com uma dívida que já representa mais de 120% do Produto interno Bruto (PIB). "Não sendo desejável [...] proceder a uma restruturação que envolva as obrigações comuns e, por essa via, o setor privado, um dos caminhos a seguir poderá ser precisamente a alteração de condições dos empréstimos chamados de oficiais, seja na taxa de juro, seja no prazo", defende Filipe Garcia.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet