Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da CGD defendeu hoje que a empresa deve continuar isenta dos cortes salariais impostos no OE 2013, porque vive em concorrência e já reduziu mais despesa do que a pedida pelo Governo.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da CGD defendeu hoje que a empresa deve continuar isenta dos cortes salariais impostos no OE 2013, porque vive em concorrência e já reduziu mais despesa do que a pedida pelo Governo.
“Continuamos a ser discriminados à luz de duas situações claras e indesmentíveis”, ou seja, mesmo “atuando num setor concorrencial como é a banca, somos sujeitos a cortes”, afirmou João Lopes em declarações à Lusa. Por outro lado, alegou o sindicalista, o Governo já reconheceu que o grupo, “por atuar em concorrência, não pode ter quaisquer reduções salariais”.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet