Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A Associação Nacional de Proprietários (ANP) faz um “balanço positivo” dos primeiros três meses de aplicação da reforma do arrendamento, mas lamenta que a lei permita que 72% dos inquilinos declarem “carência económica” para travar a atualização das rendas.
A Associação Nacional de Proprietários (ANP) faz um “balanço positivo” dos primeiros três meses de aplicação da reforma do arrendamento, mas lamenta que a lei permita que 72% dos inquilinos declarem “carência económica” para travar a atualização das rendas.
“Em relação aos inquilinos a aceitação [das novas regras do arrendamento urbano] tem sido razoável. Temos é, neste momento, 72% de inquilinos que alegam pobreza, isto parece que é um país de pedintes”, afirmou o presidente da ANP, António Frias Marques, em declarações à agência Lusa.
Segundo o líder da associação – que hoje faz um “primeiro balanço” da nova legislação em conferência de imprensa no Porto – na base do tão elevado número de alegações de “carência económica” está o valor do rendimento previsto na lei: “Segundo a lei das rendas, ser pobre é ganhar por mês menos de 2.425 euros, equivalente a cinco ordenados mínimos”, disse.
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