Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
“Ao longo destes anos tivemos sempre o acompanhamento do público, o que nos motivou”, destacou aquele responsável.
Em três décadas, o Festival de Teatro da Covilhã só não se realizou por duas vezes, no início da década de 90, na época em que o Teatro das Beiras se profissionalizou, recordou Fernando Sena.
O diretor da companhia não esconde o receio face ao futuro, tendo em conta os cortes orçamentais do Estado, mas, para já, o programa deste ano está orçado em 60 mil euros “e ainda não sofreu cortes”.
O festival abre dia 6 de novembro com a peça “A Neve”, baseada em contos de Vergílio Ferreira, pela companhia anfitriã.
Nos dias 8, 9, 10 e 11 vão ser apresentados espetáculos para escolas pelas companhias Teatro Extremo, Baal 17 e Teatro Art’Imagem.
Ainda para dia 11 está agendado o espetáculo de comédia a solo (stand up comedy) “Actordoado” por Sofia Bernardo.
A companhia Peripécia apresenta no dia 12 “Remédios Santos Sem Princípios Activos” e no dia 13 é a vez de “Confissões de um fumador de tabaco francês”, por Filipe Crawford, a partir de um original de Roland Dubillard.
Dias 15, 16 e 17 haverá espetáculos para as escolas pelo Al-Masrah Teatro, Teatro das Beiras e Jangada Teatro.
No dia 18, a Covilhã recebe o Projecto Ruínas, com a criação coletiva “Molusco”, e no dia 19 regressa ao palco a companhia da casa com a peça “Ay Carmela” de José Sanchis Sinisterra.
O último dia, 20 de novembro, está reservado para a Companhia de Actores com a peça “ONNI - Objecto Naútico Não Identificado”.
Todos os espetáculos, com exceção das apresentações para as escolas, estão marcados para as 21:30 no auditório do Teatro das Beiras e as entradas custam seis euros.
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