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Cultura 13 de janeiro de 2011

Jorge Molder expõe em Castelo Branco

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O fotógrafo Jorge Molder, galardoado com o Grande Prémio EDP/Arte 2010, vai inaugurar a 18 de fevereiro a exposição “Operações Especiais”, em Castelo Branco, com algumas das mais recentes séries fotográficas.

O fotógrafo Jorge Molder, galardoado com o Grande Prémio EDP/Arte 2010, vai inaugurar a 18 de fevereiro a exposição “Operações Especiais”, em Castelo Branco, com algumas das mais recentes séries fotográficas.

A exposição, organizada pela Câmara Municipal de Castelo Branco com o apoio da Escola Superior de Artes Aplicadas da cidade (ESART), vai inaugurar no antigo edifício dos CTT, às 18:00, de 18 de fevereiro.

De acordo com a organização da exposição - a primeira que Jorge Molder apresenta desde que foi distinguido com o Grande Prémio EDP/Arte 2010, no valor de 35 mil euros - estarão patentes quatro séries, entre elas “Algum Tempo Antes”, uma instalação composta por uma série fotográfica e uma escultura, pertencente à Telefónica, Madrid, nunca exposta em Portugal.

“Pinocchio”, a mais recente obra, que propõe um conceito de narrativa totalmente novo na obra de Jorge Molder, e ainda as séries “Não Tem que me Contar Seja o que For” e “Condição Humana”.

A comissária da exposição, Vanda Guerreiro, define a fotografia do artista como “um limiar".

"São imagens de uma narrativa onde as suas personagens são frequentemente colocadas próximas do umbral de uma passagem, por vezes vislumbrável", descreve ainda a comissária numa nota da organização da mostra.

"A narrativa constituída por toda a sua obra é construída ao estilo dos épicos clássicos, mas resolvida em fotografia, e apresenta-se como um aviso aos incautos e um desafio aos destemidos, mas é também a sua própria história”, acrescenta.

Nascido em Lisboa, em 1947, Jorge Molder está representado nas mais importantes coleções portuguesas, entre elas a da Caixa Geral de Depósitos, a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, e o Centro de Arte Moderna José de Azeredo de Perdigão da Fundação Calouste Gulbenkian, todas elas em Lisboa.

Também está representado no estrangeiro, em coleções como a do Art Institute of Chicago, Artothèque de Grenoble, Everson Museum of Art (Nova Iorque), Maison Européenne de la Photographie (Paris), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid) e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil).

Licenciado em Filosofia pela Universidade Clássica de Lisboa, foi até 2008 diretor do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian.

Foi em 1994 artista convidado da 22.ª Bienal de Arte de São Paulo, e em 1999 representou Portugal na 48.ª Bienal de Veneza.

A exposição em Castelo Branco vai estar patente até 15 de maio no âmbito de uma série de iniciativas da Câmara Municipal de Castelo Branco no âmbito da arte contemporânea.

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