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Cultura 9 de abril de 2014

Livro recorda bastidores do Verão Quente de 1975

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O livro “O ataque aos milionários”, de Pedro Jorge Castro, que é apresentado na quarta-feira, em Lisboa, evidencia a ação do militar Rosário Dias, adjunto do então primeiro-ministro Vasco Gonçalves, na detenção dos líderes de grandes grupos económicos.

O livro “O ataque aos milionários”, de Pedro Jorge Castro, que é apresentado na quarta-feira, em Lisboa, evidencia a ação do militar Rosário Dias, adjunto do então primeiro-ministro Vasco Gonçalves, na detenção dos líderes de grandes grupos económicos.

Os factos remontam a março de 1975 e ao período subsequente, durante o qual, até à tomada de posse do VI Governo Provisório, liderado pelo almirante Pinheiro de Azevedo, se desencadearam prisões de vários empresários, como Rui Moreira, dono da Molaflex, mas com destaque para três famílias: os Mello, nas mãos de quem estava a CUF - Companhia União Fabril, o maior grupo empresarial português da altura, os Espírito Santo e os Champalimaud.

O alarme foi dado, escreve o jornalista e historiador Pedro Jorge Castro, pela tentativa de um golpe contra revolucionário, liderado pelo general António de Spínola, no dia 11 de março de 1975, que levou Vasco Gonçalves a refugiar-se na base naval do Alfeite. Acalmados os ânimos, o primeiro-tenente de Marinha Eduardo Rosário dos Santos, de 37 anos, decidiu então prender os administradores do Banco Espírito Santo, que estavam reunidos.

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