Por: Diario Digital Castelo Branco
Nas vésperas da comemoração dos 40 anos do 25 de abril, o papel do livro na instrução e na capacitação das pessoas foi destacado pela escritora Dulce Maria Cardoso na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura, que decorreu ontem na Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova.
Nas vésperas da comemoração dos 40 anos do 25 de abril, o papel do livro na instrução e na capacitação das pessoas foi destacado pela escritora Dulce Maria Cardoso na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura, que decorreu ontem na Biblioteca Municipal de Proença-a-Nova. No apuramento dos finalistas que irão agora disputar a fase nacional, destacou-se a prestação de uma aluna da Escola Básica e Secundária Pedro da Fonseca, Carolina Rodrigues, que se classificou em segundo lugar no escalão do 3º ciclo do ensino básico.
No total, participaram nas provas 105 alunos dos dois escalões (3º ciclo e secundário), vindos de 23 escolas do distrito de Castelo Branco. A par das provas, foram promovidas visitas ao Centro Ciência Viva da Floresta e Bibliomóvel, assim como momentos de desporto e música. Pedro Bargão e Rui Alves interpretaram três temas de Zeca Afonso, enquanto a Biblioteca Escolar e o Projeto BioAromas conceberam, especificamente para o evento, o “Chá de abril”.
O Concurso Nacional de Leitura é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura e vai na 8ª edição. Os alunos começaram por realizar uma prova escrita, que conduziu à seleção de cinco pré-finalistas em cada escalão. Seguiu-se a prova oral, em que cada um dos alunos teve de ler expressivamente um texto e responder a uma questão relacionada com as obras escolhidas para o concurso, centradas na temática da liberdade.
Dulce Maria Cardoso, autora do livro a concurso no Secundário – “O Retorno” – integrou o júri e fez uma pequena intervenção em que destacou a importância da imaginação proporcionada pela leitura. Referindo-se a promessas de abril que continuam por cumprir, a escritora desafiou os alunos a serem cidadãos ativos, que contribuam para um país mais justo. “Quanto mais instruído for um povo, menos será manipulável”, concluiu.
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