Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O projeto "Há Palavras que Nasceram para a Porrada", que se materializa num concerto em Coimbra a 12 de julho e em sessões pedagógicas, junta Boaventura de Sousa Santos e rappers, para se reafirmar o rap como "postura de resistência".
O projeto "Há Palavras que Nasceram para a Porrada", que se materializa num concerto em Coimbra a 12 de julho e em sessões pedagógicas, junta Boaventura de Sousa Santos e rappers, para se reafirmar o rap como "postura de resistência".
Chullage (Nuno Santos), Hezbollah (Jakilson Pereira), LBC (Flávio Almada) e Capicua (Ana Fernandes) reuniram-se com aquele sociólogo da Universidade de Coimbra, debatendo três formas de domínio - "capitalismo, patriarcado e colonialismo" -, para, a partir do debate e dos tópicos lançados por Boaventura, criarem as suas músicas.
O convite surgiu pelo interesse do diretor do Centro de Estudos Sociais (CES) no rap, que descobriu há cerca de 10 anos, encontrando nesse registo e nas suas características musicais uma possibilidade de criar "uma crítica", a partir de um estilo "onde a voz e a palavra têm um papel fundamental".
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