Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
“Fomos ouvidos. Houve questões que abordaram sobretudo o mercado de trabalho, a redução do défice e a gestão da administração pública. Tivemos oportunidade de dizer que o sistema de despedimento coletivo relativo a Portugal é dos mais liberais da Europa, não é utilizado por razões que interessam investigar. Abordamos a questão do despedimento individual, que para nos é fundamental manter a proibição constitucional do despedimento sem justa causa”, explicou.
João Proença disse ainda que em cima da mesa estiveram várias “outras áreas ligadas ao mercado de trabalho” e ainda “questões sobre o subsídio de desemprego, tendo a UGT entregue um documento aos responsáveis do Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia, onde defendeu “a aplicação do acordo tripartido para a competitividade e emprego”, que assinaram com o Governo.
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