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Cultura 29 de dezembro de 2014

Idanha-a-Velha, antiga Comenda e Concelho, é tema de livro

Por: Diario Digital Castelo Branco

“Idanha-a-Velha na bruma do tempo - a antiga Comenda e Concelho” é o título do novo livro de Elias Martins Vaz, edição apoiada pela Câmara Municipal de Idanha-a-Nova.

“Idanha-a-Velha na bruma do tempo - a antiga Comenda e Concelho” é o título do novo livro de Elias Martins Vaz, edição apoiada pela Câmara Municipal de Idanha-a-Nova.

A apresentação teve lugar este sábado, 27 de dezembro, na antiga Sé Catedral de Idanha-a-Velha, completamente cheia para acolher uma obra que procura sistematizar informação dispersa e, porventura, dar a conhecer novos factos e acontecimentos num arco cronológico que vai desde a fundação de Portugal (regência de D. Teresa) à extinção do município de Idanha-a-Velha (reinado de D. Maria II).

Não obstante a atenção que os achados arqueológicos da vetusta Egitânia têm merecido, desde o início do século passado, o passado glorioso da aldeia histórica de Idanha-a-Velha tem, ainda, muitos tesouros por explorar.

Elias Vaz decidiu, por isso, “dar um contributo na investigação histórica de uma localidade que exerce sobre mim um certo fascínio desde os tempos da minha meninice”, disse o autor, natural de Monsanto, aldeia a que dedicou um primeiro livro “Monsanto nas fragas do tempo: de baluarte concelhio a aldeia histórica”, igualmente editado pela Câmara Municipal de Idanha-a-Nova em 2012 e reeditado em 2013.

A Câmara apoiou, desde o início, este novo projeto de Elias Vaz, da mesma forma que apoia “um conjunto de investigadores do concelho que têm escrito muitas e boas obras sobre as nossas memórias e heranças”, afirmou o presidente da edilidade.

Armindo Jacinto considera que este livro “valoriza a identidade e a riqueza histórico-cultural de Idanha-a-Velha, onde ainda há muito por descobrir e contar”. “Foi uma localidade de sucesso enquanto cidade durante cerca de 1300 anos”, recordou o autarca sobre esta autêntica aldeia museu.

A obra foi apresentada pela investigadora Adelaide Salvado, em representação do filho e também investigador Pedro Salvado, autor do prefácio.

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