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Educação 9 de novembro de 2016

Castelo Branco: Apoio à Criança avalia 3º Encontro de Desporto Adaptado

Por: Diario Digital Castelo Branco

A Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco (AACDCB) organizou a 3ª edição do Encontro de Desporto Adaptado, no dia 04 de novembro, denominado “Igualdade na Diferença em Ação”.

A Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco (AACDCB) organizou a 3ª edição do Encontro de Desporto Adaptado, no dia 04 de novembro, denominado “Igualdade na Diferença em Ação”.

Este projeto contou com o financiamento do Instituto Nacional para a Reabilitação (INR, I.P.,), e teve como principal objetivo fomentar o gosto pela prática desportiva na comunidade e inclusão da pessoa com deficiência.

A prática desportiva inclusiva foi direcionada para todos, passando por pessoas com deficiência, idosos, crianças e adolescentes, independentemente da idade, género e nível de (in)capacidades, promovendo a inclusão e integração.

Este Encontro realizou-se nas instalações da Escola Superior de educação e contou com a presença do Agrupamento de Escolas Amato Lusitano, Escola Profissional Agostinho Roseta, Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense, Centro Social Padres Redentoristas, AERID, APPACDM de Castelo Branco, Covilhã, Sertã e Fundão, CriAbrantes, Acapo, Lar de idosos de S. Silvestre, alunos da ESE, e estiveram representadas as Entidades da Cidade, Câmara Municipal, Junta de Freguesia e Instituto Politécnico, que sempre têm colaborado com a AACCB.

Para a dinamização deste encontro a AACDCB contou com a parceria de algumas associações albicastrenses ligadas ao desporto (ABA; AFCB; JA; CDA, JTCB e Associação Relâmpagos) que ajudaram a fomentar esta troca de experiências, contribuindo para a (re)integração da pessoa com deficiência na comunidade.

Mário Trindade e Jorge Pina, foram os atletas convidados para abrilhantar a parte da manhã. Ambos atletas paralímpicos de atletismo, presentes nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro 2016, arrasaram com os seus testemunhos das suas vidas, falando nos sacrifícios e treinos diários. Só assim conseguem resultados positivos, tanto no dia a dia como na participação dos Jogos Paralímpicos.

Os atletas, lamentam a falta de verba e apoios, revelando que em Portugal não se realiza desporto adaptado como no estrangeiro, pois estes treinam desporto de alta competição. Outro objetivo com este dia, seria a sensibilização e desconstrução de mitos associados à deficiência, promovendo o desporto como prática inclusiva.

No final, não havia equipas vencedoras notava-se simplesmente o tão saudável convívio entre associações/escolas. Afinal de contas, o grande objetivo havia sido alcançado, que era a participação e a inclusão de TODOS.

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