Por: Diario Digital Castelo Branco
O projeto CAMINHOS, criado este ano pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, vai iniciar a segunda etapa da sua intervenção nesta região do centro do país, ligando os traços presentes na cultura, nas gentes e no património de cada um dos seus 13 concelhos.
O projeto CAMINHOS, criado este ano pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, vai iniciar a segunda etapa da sua intervenção nesta região do centro do país, ligando os traços presentes na cultura, nas gentes e no património de cada um dos seus 13 concelhos. Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha.
Uma iniciativa idealizada com a consciência de que o património não tem alma sem as pessoas e que os Caminhos são feitos por quem os percorre (seja todos os dias, seja pontualmente), e se cruza com as paisagens, os monumentos, os espaços culturais, as casas, as praças, as ruas.
O mote "Médio Tejo – Uma região a caminho" norteia os roteiros de descoberta deste território e as propostas de animação cultural, em três momentos diferentes no ano, tendo como referência os percursos desenhados pelas linhas férreas, os leitos dos rios e as estradas e caminhos que marcam o centro do país.
Esta é uma das zonas mais ricas em património histórico e natural e, talvez, uma das que ainda encerra mais segredos em Portugal. Muitos dos lugares mágicos destes concelhos irão servir de palco aos artistas convidados nos Caminhos da Água: da Gruta de Avecasta, em Ferreira do Zêzere, às praias fluviais de Carvoeiro e Ortiga, em Mação, ao centro geodésico de Portugal, em Vila de Rei, além dos largos e praças das cidades, onde se viverão momentos únicos, entre os dias 13 e 16 de julho. Difícil será escolher o caminho a percorrer.
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