Por: Diario Digital Castelo Branco
A Associação Raia Gerações, com sede em Idanha-a-Nova, deslocou-se ao Museu Arqueológico do Fundão para uma visita guiada a este espaço de cultura, enquadrada nas propostas e ações que tem vindo a realizar em torno do conhecimento e das partilhas culturais dos territórios da Beira Baixa.
A Associação Raia Gerações, com sede em Idanha-a-Nova, deslocou-se ao Museu Arqueológico do Fundão para uma visita guiada a este espaço de cultura, enquadrada nas propostas e ações que tem vindo a realizar em torno do conhecimento e das partilhas culturais dos territórios da Beira Baixa.
No prelúdio da visita, o grupo assistiu a um pequeno seminário intitulado "Horizontes e raízes de Ocaia", proferido pelo diretor do museu, Pedro Salvado.
Seguiu-se uma visita guiada ao museu, em jeito de aula prática, onde Pedro Salvado decifrou leituras importantes, complementaridades e conexões entre os artefactos arqueológicos e os territórios de proximidade. Tal como sublinhou, "a Gardunha tem muito das Idanhas e as Idanhas têm muito da Gardunha".
A primeira tertúlia de 2018 da Raia Gerações permitiu novos olhares sobre o território, a sua extensão e continuidade, da literatura à arqueologia, das presenças de antanho aos desafios da contemporaneidade.
A Raia Gerações agradeceu ao Museu Arqueológico do Fundão com a oferta do conhecido símbolo de Idanha, o Adufe, saído das mãos do artesão José Relvas.
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