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Região 17 de maio de 2018

Castelo Branco: Turismo foi tema de mais uma jornada do PSD

Por: Patrícia Calado

Alberto Santos, antigo presidente da Câmara Municipal de Penafiel e António Trigueiros de Aragão, administrador das fábricas da Lusitana, foram os escolhidos pelo PSD de Castelo Branco para darem a conhecer as suas experiências no que toca a um tema que tem vindo a ser puxado por Carlos Almeida: o turismo.

Alberto Santos, antigo presidente da Câmara Municipal de Penafiel e António Trigueiros de Aragão, administrador das fábricas da Lusitana, foram os escolhidos pelo PSD de Castelo Branco para darem a conhecer as suas experiências no que toca a um tema que tem vindo a ser puxado por Carlos Almeida: o turismo.

No passado sábado foi dia de mais uma jornada "Dar Ambição a Castelo Branco", onde Alberto Santos deu a conhecer a sua experiência numa região que não era reconhecida no ponto de vista turístico. Após a criação da Rota dos Românicos, o cenário mudou de figura, passando a ser uma região quase de paragem obrigatória para quem visita o norte do país.

"Envolvendo autarcas e entidades, trabalhando na comunicação, foi feita uma rota turística que hoje é emblema do turismo do norte do país. Uma experiência que tem vindo a ser reconhecida. Era um território com pouca atração, problemas de ordenamento, provocou a necessidade por parte dos autarcas de verem o que se podia fazer", explicou o antigo presidente da autarquia de Penafiel.

Para Alberto Santos, o mais importante é a "consciencialização do valor do nosso território, porque existe sempre algo que é identitário".

"Se conseguirmos trabalhar essa singularidade em rede, deixando a lógica da competição entre concelhos, podemos sim dar um salto", aconselhou.

António Trigueiros de Aragão, administrador das fábricas da Lusitana, mostrou ser da mesma opinião, trazendo uma mensagem pessoal de que há que lutar por uma região, encontrando uma ideia central.

"Sem a criação de uma estratégia, não há massa crítica para que tenha um desenvolvimento. Falo em região e não em Castelo Branco. Falo em Beira Baixa, num território de baixa densidade não não há Castelo Branco ou Idanha. Quem vai a Penamacor, tem de ir a Idanha, por exemplo. O que une a região e qual a ideia central? Tem de haver união. Todos juntos temos um papel fundamental", afirmou.

O empresário salientou ainda a importância desta iniciativa, pois pode sensibilizar a população para esta questão.

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