Por: Diario Digital Castelo Branco
Uma notícia publicada num jornal, sob o título “CASTELO BRANCO - Câmara adjudicou mais de uma dúzia de contratos a empresas da família do seu presidente”, pretende lançar um conjunto de suspeições sobre a minha actividade como autarca e insinua alegadas ligações menos lícitas entre a Câmara Municipal a que presido e empresas criadas há décadas e que nunca precisaram da autarquia, nem de qualquer suposto benefício relacionado ou decorrente do desempenho das minhas funções autárquicas e públicas, para se afirmarem com sucesso no mundo empresarial.
Uma notícia publicada num jornal, sob o título “CASTELO BRANCO - Câmara adjudicou mais de uma dúzia de contratos a empresas da família do seu presidente”, pretende lançar um conjunto de suspeições sobre a minha actividade como autarca e insinua alegadas ligações menos lícitas entre a Câmara Municipal a que presido e empresas criadas há décadas e que nunca precisaram da autarquia, nem de qualquer suposto benefício relacionado ou decorrente do desempenho das minhas funções autárquicas e públicas, para se afirmarem com sucesso no mundo empresarial.
Na verdade, as diversas empresas referidas na notícia foram criadas em anos como 1975, 1982 e 1992, e desde sempre tiveram gerências que integraram e integram pessoas de reconhecida idoneidade, pessoas que têm norteado a sua vida pelo trabalho sério e honrado, sem dependências ou benefícios quaisquer que sejam, a não ser os que são fruto do seu sacrifício e empreendedorismo, embora sempre tenham mantido relações comerciais com a Câmara Municipal, nomeadamente antes de eu ser vereador ou presidente.
O meu pai – ao qual me vejo obrigado a fazer referência por via da notícia publicada – é um profissional reconhecido e respeitado no meio, empresário que se fez a si próprio, que não precisava – nem precisa – que o filho chegasse à política para fazer o seu percurso laboral, que inclui também a liderança de associações empresariais.
Enquanto Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco já reconheci, há meses, em sessão pública do Executivo, ter assinado em acto não presencial e por lapso – demasiado óbvio e grosseiro para poder ser doloso – um contrato com a Strualbi, em 2014.
Na verdade, a presente notícia não revela, nem acrescenta, nada de novo.
Tal como assumi nessa primeira reunião pública deste mandato e como a comunicação social regional deu eco, assinei um contrato por lapso. E se bem que poderia ter existido um segundo contrato nas mesmas condições, em 2015, ao dar-me conta da situação determinei de imediato a sua anulação.
Mais do que isso. Por iniciativa própria e muito antes de existir qualquer notícia de jornal, solicitei aos serviços da Câmara Municipal que garantissem a exclusão da empresa de quaisquer procedimentos concursais.
Relativamente a tudo o demais remeto-me ao silêncio, por considerar que nada mais há a dizer.
É minha profunda convicção que este é mais um forte ataque à Câmara Municipal de Castelo Branco e, por essa via, à liderança que assumo.
Um ataque que reflecte uma forma de estar que não partilho – nem na minha vida pessoal, nem na política – e que mais não busca do que o controle da Câmara Municipal por qualquer outra via que não seja a disputa eleitoral.
Aos munícipes albicastrenses quero garantir que continuarei a trabalhar como até aqui, com total dedicação à nossa Comunidade e na defesa do interesse público, sem me deixar manietar ou limitar por quem, com estes métodos, não visa mais que o ataque pessoal e a descredibilização da actividade política.
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