Por: Diario Digital Castelo Branco
Proença-a-Nova (1 de junho), Malhadal (7 de junho), S. Pedro do Esteval (11 de junho), Sobreira Formosa (12 de junho), Montes da Senhora (15 de junho), Peral (18 de junho), Catraia Cimeira (19 de junho), Alvito da Beira (20 de junho) e Moitas (22 de junho): são estas localidades que vão receber as ações de sensibilização sobre o projeto “Aldeia Segura – Pessoas Seguras”, às 18h30, organizadas pelo Município de Proença-a-Nova, em parceria com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, os Bombeiros Voluntários de Proença-a-Nova, a GNR / SEPNA, as Juntas e Uniões de Freguesia e as associações locais.
Proença-a-Nova (1 de junho), Malhadal (7 de junho), S. Pedro do Esteval (11 de junho), Sobreira Formosa (12 de junho), Montes da Senhora (15 de junho), Peral (18 de junho), Catraia Cimeira (19 de junho), Alvito da Beira (20 de junho) e Moitas (22 de junho): são estas localidades que vão receber as ações de sensibilização sobre o projeto “Aldeia Segura – Pessoas Seguras”, às 18h30, organizadas pelo Município de Proença-a-Nova, em parceria com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, os Bombeiros Voluntários de Proença-a-Nova, a GNR / SEPNA, as Juntas e Uniões de Freguesia e as associações locais.
“Infelizmente, os incêndios de 2017 mostraram que há informação insuficiente da parte das populações sobre o que fazer em caso de incêndios florestais de grande dimensão. É nesse sentido que no âmbito deste projeto serão criados locais de refúgio para as pessoas onde existirão os kits de abrigo”, refere o presidente da Câmara Municipal, João Lobo.
“Com estas ações pretende-se que todas as pessoas conheçam os caminhos sinalizados a percorrer até ao local de refúgio e os procedimentos a tomar”, acrescenta. No final de cada ação de sensibilização, será realizado um simulacro.
Criado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, a iniciativa “Aldeia Segura, Pessoas Seguras” tem duas vertentes de ação: a que pretende proteger o aglomerado populacional, estabelecendo “medidas estruturais para proteção de pessoas e bens, e dos edificados na interface urbano-florestal, com a implementação e gestão de zonas de proteção aos aglomerados e de infraestruturas estratégicas, identificando pontos críticos e locais de refúgio”; e o programa “Pessoas Seguras”, destinado a promover “ações de sensibilização para a prevenção de comportamentos de risco, medidas de autoproteção e realização de simulacros de planos de evacuação, em articulação com as autarquias locais”, e estipula a criação de “uma rede automática de avisos à população em dias de elevado risco de incêndio, com o objetivo da emissão de alertas para proibição do uso do fogo, bem como outras atividades de risco e ainda medidas de autoproteção, dirigidas para públicos específicos”.
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