GNR deteve responsáveis por lar ilegal no concelho de Belmonte

A GNR da Covilhã deteve ao final da tarde de hoje três pessoas suspeitas de exploraram um lar de idosos que funcionava de forma ilegal na localidade de Caria, concelho de Belmonte, local onde também foram apreendidas duas armas.

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  • Publicado: 2019-01-11
  • Autor: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A GNR da Covilhã deteve ao final da tarde de hoje três pessoas suspeitas de exploraram um lar de idosos que funcionava de forma ilegal na localidade de Caria, concelho de Belmonte, local onde também foram apreendidas duas armas.

Em declarações à Lusa, o comandante do Destacamento Territorial da Covilhã (distrito de Castelo Branco), Luís Moreira, adiantou que os detidos são um casal e uma filha com 48, 46 e 19 anos, respetivamente, e que serão presentes a tribunal na sexta-feira.

Ao longo do dia de hoje, a GNR e o Instituto de Segurança Social (ISS) procederam ao encerramento com "caráter de urgência" daquele lar que funcionava ilegalmente e "sem qualquer autorização", tendo colocado as cinco idosas (todas mulheres) em instituições do concelho de Belmonte e Covilhã.

"Duas pessoas foram encaminhadas para a Santa Casa da Misericórdia de Belmonte, outra ficou numa instituição de Caria, outra foi para o Colmeal da Torre (Belmonte) e outra para o Teixoso", especificou o comandante da GNR da Covilhã.

No decorrer da ação de hoje, foram também apreendidas duas armas (uma caçadeira e um revólver) que estavam na casa, sem que nenhum dos responsáveis tivesse licença de uso e porte de arma.

Em resposta escrita enviada durante a tarde à agência Lusa, o ISS também informou que este lar funcionava de forma ilegal, que acolhia cinco idosos "em situação de risco iminente" e que existem suspeitas de maus-tratos.

"O estabelecimento tinha a seu cargo cinco idosos, incluindo a mãe da proprietária, que se encontravam numa situação de perigo iminente", referiu o ISS.

O ISS esclareceu que o processo teve origem numa "denúncia anónima" e que a intervenção decorreu "da emissão de mandados de busca pelos serviços competentes do Ministério Público, no âmbito do mencionado inquérito crime".

Segundo o referido, para esta ação também foi também "solicitada a colaboração da autoridade de saúde local para avaliação do estado de saúde dos utentes".

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