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Região 22 de janeiro de 2019

Caminhadas à descoberta dos chafarizes e poços de Castelo Branco

Por: Diário Digital Castelo Branco

No seguimento do passeio temático que em novembro encerrou o 3º Encontro Património & Artes: Uma Água, Muitas Águas, em 2019 a Fabre Actum, a Associação para a Dinamização, Defesa & Animação de Patrimónios e Artes promove uma série de caminhadas culturais, orientadas por investigadores ou conhecedores de percursos pedonais, e que visam dar relevo a cada um destes microcosmos da região cuja riqueza importa divulgar e preservar.

No seguimento do passeio temático que em novembro encerrou o 3º Encontro Património & Artes: Uma Água, Muitas Águas, em 2019 a Fabre Actum, a Associação para a Dinamização, Defesa & Animação de Patrimónios e Artes promove uma série de caminhadas culturais, orientadas por investigadores ou conhecedores de percursos pedonais, e que visam dar relevo a cada um destes microcosmos da região cuja riqueza importa divulgar e preservar.

A iniciativa bimestral "À descoberta de...", aberta a toda a população e a ter lugar no último sábado de cada um dos meses correspondentes, arranca no dia 26 de janeiro com apontamentos diversos sobre patrimónios de água, numa sessão itinerante dedicada aos chafarizes, poços e demais pontos de abastecimento localizados em Castelo Branco.

O passeio com cerca de 90 minutos tem início às 14:30, na interceção da Rua D. Dinis com a Alameda da Liberdade, junto ao tribunal, contemplando a passagem pelo chafariz de São Marcos, nora da Quinta da Fonte Nova, poço do Largo de São João, bebedouro/tanque da Rua da Mina e cisterna/chafariz do Museu Francisco Tavares Proença Júnior.

Uma oportunidade para, nas paragens contempladas, os participantes ficarem a conhecer melhor quer os equipamentos hidráulicos utilizados quando a água não corria ainda nas torneiras domésticas ou a importância e fragilidade dos lençóis freáticos, quer o imaginário e as dinâmicas sociais geradas em redor destas infraestruturas públicas.

Com organização e duração semelhantes, em março e maio de 2018 seguem-se, respetivamente, as caminhadas à redescoberta do património religioso católico da cidade e do rio Ocreza.

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