Vila Velha de Ródão recebeu visita de delegação timorense

Nos dias 14 e 15 de outubro, o Município de Vila Velha de Ródão recebeu a visita de uma delegação do Município de Liquiçá, em Timor Leste, que inclui a deslocação a diversos pontos de interesse turístico e a equipamentos culturais do concelho, de forma a fomentar a troca de experiências nestas áreas e a reforçar as relações institucionais entre os municípios.

  • Região
  • Publicado: 2019-10-21
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

Nos dias 14 e 15 de outubro, o Município de Vila Velha de Ródão recebeu a visita de uma delegação do Município de Liquiçá, em Timor Leste, que inclui a deslocação a diversos pontos de interesse turístico e a equipamentos culturais do concelho, de forma a fomentar a troca de experiências nestas áreas e a reforçar as relações institucionais entre os municípios.

Composta pelo Secretário Municipal de Liquiçá, Renato Nunes Serrão, pelo Administrador do Posto de Maubara, Domingos Correia, e pelo responsável do Gabinete de Apoio ao Administrador, Pedro Sarmento, a delegação timorense foi recebida nos Paços do Concelho, na manhã de dia 14, pelo presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, Luís Pereira e José Manuel Alves, respetivamente, e pelo presidente da Assembleia Municipal, António Carmona.

Após os cumprimentos oficiais, o programa continuou de tarde com a visita a diversos locais de interesse turístico e cultural, como o Centro de Interpretação de Arte Rupestre do Tejo, a Biblioteca Municipal José Baptista Martins e a Casa de Artes e Cultura do Tejo, o Lagar de Varas, o Castelo do rei Vamba e o Parque Ambiental do Tejo, culminando com um passeio de barco ao pôr do sol junto às Portas de Ródão.

No dia seguinte, antes da partida para o Município do Sabugal, a delegação timorense pôde ainda ficar a conhecer o Vale da Sarvinda e a Capela da Senhora dos Remédios, em Alfrívida.

Esta visita proporcionou aos autarcas timorenses a oportunidade de reforçar os laços institucionais e de colaboração com os homólogos portugueses, permitindo-lhes ficar a par da realidade portuguesa no que respeita à gestão do património turístico e cultural e retirar contributos para a capacitação dos seus próprios agentes.

PUB

PUB

PUB

PUB