Oleiros: Ciclo de peças de teatro pedagógicas inicía-se este sábado

A exemplo de anos anteriores, o Município de Oleiros volta a apostar em peças de teatro pedagógicas destinadas em particular ao público escolar, mas abertas também à comunidade em geral.

  • Cultura
  • Publicado: 2019-12-07
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

A exemplo de anos anteriores, o Município de Oleiros volta a apostar em peças de teatro pedagógicas destinadas em particular ao público escolar, mas abertas também à comunidade em geral.

Segundo a informação a que o Diário Digital teve acesso, trata-se de um ciclo de seis peças, baseadas em obras recomendadas no Plano Nacional de Leitura. Este sábado, dia 7, pelas 21 horas, o Auditório da Santa Casa da Misericórdia de Oleiros recebe a primeira peça, “O Príncipe Nabo”, destinada especialmente a alunos do 2º ciclo de ensino.

As restantes peças irão distribuir-se pelos meses de fevereiro, abril e junho, sendo que as duas últimas (em julho e setembro), integram a iniciativa Jardim ConVida que pretende dinamizar este local nobre da Vila de Oleiros, como tem acontecido com outras peças de teatro, teatro de marionetas, Fado, entre outros.

O texto d'"O Príncipe Nabo", muito rico e com várias mensagens importantes sobre relações humanas, foi publicado em 1962 mas continua bastante atual. Aborda a vaidade e a arrogância representados quer pela presença de dois grupos distintos de personagens, quer pela referência a dois espaços antagónicos - o dos "pobres" e o dos "ricos". Esta peça de teatro conta a história de uma criada atarefada; de uma princesa vaidosa e arrogante que, depois de viver as dificuldades da vida dos pobres, se modificou; de um Rei prepotente; de uma Mademoiselle vaidosa, trocista e convencida que esquece os verdadeiros valores da educação e conduz a sua educanda, a princesa Beatriz, a um comportamento desastroso. Fala de bobos que, a brincar a brincar, vão alertando para os defeitos e qualidades de cada um, e fala ainda de um Príncipe sensato que dá uma lição de vida a quem a merece. A aprendizagem surge nesta peça de forma interativa e humorística. De referir que esta obra é recomendada pelo Plano Nacional de Leitura para o 5.º ano de escolaridade.

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