Por: Diário Digital Castelo Branco
O Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Castelo Branco, Carlos Almeida, diz ter, na qualidade de vereador do executivo da Câmara Municipal, conseguido dar voz às pessoas do concelho, aqueles que não a tinham, principalmente no que toca a determinados assuntos das freguesias que, como se sabe, ser uma população mais envelhecida, mais iletrada e que requer uma maior atenção do poder local.
O Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Castelo Branco, Carlos Almeida, diz ter, na qualidade de vereador do executivo da Câmara Municipal, conseguido dar voz às pessoas do concelho, aqueles que não a tinham, principalmente no que toca a determinados assuntos das freguesias que, como se sabe, ser uma população mais envelhecida, mais iletrada e que requer uma maior atenção do poder local.
«Hoje, podemos afirmar categoricamente que temos um projeto para Castelo Branco e que essa mesma prioridade passa pelas pessoas. Devolver às pessoas uma maior esperança numa vida melhor, na terra onde nasceram e viveram toda a vida e para aqueles que por outras razões aqui se estabeleceram que não perspetivem sair porque são felizes aqui».
A afirmação foi feita no passado sábado, dia 07 de Dezembro, no jantar de natal 2019 da Concelhia do PSD que contou com uma centena de militantes e simpatizantes, numa noite de “convívio em pleno espírito natalício e repleto de momentos que caraterizam a força de um PSD enérgico e cheio de vitalidade”, lê-se no texto a a que o Diário Digital teve acesso.
“Contudo, para que tal aconteça é necessário oferecer um determinado conjunto de condições às pessoas, principalmente aos jovens e pelas quais o PSD tem batalhado e continuará a batalhar”, declara Carlos Almeida.
O discurso do dirigente social-democrata pautou pelo balanço do trabalho que tem sido feito em conjunto com a equipa que o acompanha na Concelhia do PSD, com os elementos que compõem a Assembleia Municipal e com a ajuda do vereador Hugo Lopes.
A intervenção do Presidente da Distrital do PSD de Castelo Branco, Luís Santos, deu alguns exemplos locais a todos os presentes do nível da governação em Portugal e do grau de incoerência entre as palavras e a ação. «Este desgoverno já infetou o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, nomeadamente o caso da nomeação dos dirigentes intermédios feitos à revelia das normas legais, bem como o hipotético encerramento da Maternidade de Castelo Branco, em que mal o murmúrio do encerramento da maternidade começou a circular, rapidamente os deputados do PS vieram a toda a velocidade manifestar o seu apoio ao não encerramento, numa manobra de pronto-socorro mal ensaiada. A paixão pelo Interior e pela valorização do mesmo, devem ter seguido na carrinha das mudanças que foi para Bragança. E que deixou o Distrito de Castelo Branco com uma daquelas paixões de Verão que desapareceu quando atingimos o mês de outubro.
O exemplo da reestruturação do IPCB e do possível encerramento da ESGIN. Uma reestruturação refém de um modelo de financiamento do ensino superior caduco, desajustado da realidade do país e do contexto das instituições que o compõem, nomeadamente no nosso distrito. Para terminar, Luís Santos deixou a pergunta «E onde anda o PS Distrital? No limbo das guerras internas, sem opinião, sem possibilidade de defender o território e com várias vozes, desperdiçando o capital regional em lutas estéreis num tempo onde a cooperação institucional é uma mais-valia regional».
Já o Presidente da JSD de Castelo Branco, Miguel Barroso, afirmou na sua intervenção que a discussão do Orçamento e das Grandes Opções do Plano reflete aquilo que querem construir para futuro, apesar de referir do grande equilíbrio orçamental da Câmara Municipal, essa visão de futuro tem sido esquecida.
O jovem social-democrata declara ainda que o executivo Municipal liderado pelo PS continua a utilizar os recursos do concelho numa lógica de gestão do dia-a-dia.
Para além deste retrato negativo, este é também um concelho de gente trabalhadora, competente, com conhecimento e criatividade. “Temos jovens que dão cartas internacionalmente, com projetos inovadores no ramo do agro-alimentar e do comércio inteligente. Temos jovens que vencem torneios em diversas modalidades, alguns com incapacidades, que dão exemplos de persistência e coragem e que levam o nome de Castelo Branco aos quatro cantos do mundo”, afirma Miguel Barroso.
“É este segundo retrato de Castelo Branco que nos cumpre honrar». Miguel Barroso, terminou dizendo que «temos ainda muitos desafios pela frente, designadamente no que diz respeito à necessidade de atrairmos investimento que crie empregos qualificados para os jovens se poderem fixar em Castelo Branco. Em suma, procurámos contribuir na construção de um futuro melhor para a nossa geração».
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