Idanha-a-Nova entrega petição que defende autonomia e sede da ESGIN na Assembleia da Republica

Uma petição pública com 5.603 assinaturas em defesa da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova e sua da autonomia, colocada em causa pela reorganização do Politécnico de Castelo Branco, foi entregue na Assembleia da República, foi hoje anunciado.

  • País
  • Publicado: 2020-02-19
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco/Lusa

Em comunicado, a Câmara de Idanha-a-Nova explica que o Movimento pela Autonomia da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN) entregou, recentemente, na Assembleia da República, uma petição pública, com 5.603 assinaturas, em defesa deste estabelecimento de ensino superior público, colocada em causa pela reorganização do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB).

"A petição que defende a sede da ESGIN em Idanha-a-Nova, bem como a sua autonomia administrativa, pedagógica e científica foi recebida em mão pelo deputado António Filipe, na qualidade de vice-presidente da Assembleia da República", lê-se na nota.

O Movimento pela Autonomia da ESGIN é composto por um conjunto de nove cidadãos idanhenses e esteve acompanhado pelo presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, que manifesta "o apoio incondicional do município a esta causa que é de todos os idanhenses e de toda a região".

Na audiência com o vice-presidente da Assembleia da República, este movimento cívico, apartidário e independente apresentou, durante a audiência, os fundamentos para a defesa do ensino superior público em Idanha-a-Nova, com a devida autonomia e sede.

Manifestou ainda o seu "repúdio pelos moldes em que está a ser realizada a reestruturação organizacional do Instituto Politécnico de Castelo Branco".

Com 28 anos de existência, a ESGIN é um caso de sucesso num território de baixa densidade, com 600 estudantes e um crescimento que este ano ultrapassou os 20% de alunos no Concurso Nacional de Acesso e o maior número de alunos internacionais do IPCB.

A petição pública "Pela Autonomia e Sede da ESGIN" segue agora os seus trâmites para apreciação na Assembleia da República, uma vez que supera largamente as 4.000 assinaturas necessárias para chegar ao plenário, totalizando 5.603 assinaturas, 4.949 em papel e 654 ‘online'.

PUB

PUB

PUB