Por: Diário Digital Castelo Branco
Em tempo de isolamento, “a criatividade dos jovens não fica paralisada”, e o Secretariado da Juventude e Vocações da Diocese de Portalegre-Castelo Branco lançou o projeto «Adota um Avô».
O país entrou em “confinamento obrigatório” e todos sofrem “com as restrições e a ausência de contactos sociais” sendo “os idosos”, pelas características específicas e outras pessoas que vivem sós, os “mais expostos à solidão e isolamento”, lê-se numa nota enviada à Agência ECCLESIA.
Perante esta situação, o Secretariado da Juventude e Vocações da Diocese de Portalegre-Castelo Branco lançou o projeto «Adota um Avô» que consta “de conversa telefónica segundo a periodicidade combinada entre o jovem e a pessoa que vive só”, refere o comunicado.
“Não são permitidos encontros pessoais, troca de imagens, nem o jovem pode fazer perguntas sobre moradas, rotinas ou algo que possa invadir a privacidade” e como “não imaginavam a adesão” começaram por “lançar o desafio a pessoas que vivem sós referenciadas pela comunidade das Irmãs Salesianas da Chainça- Abrantes”, sublinha.
Com o passar do tempo, percebeu-se “as vantagens que este projeto traz a ambas as partes” e alguns dos adultos “logo após o primeiro contacto ligavam para as Irmãs a referir que se sentiam muito bem com o(a) «neto»(a) adotivo”.
O projeto já “ultrapassou os limites” da Diocese de Portalegre-Castelo Branco e está a “ser implementado em Setúbal e Benedita (Patriarcado de Lisboa) e a caminho de implementação no Porto e em Lisboa”, acrescenta o comunicado.
O Secretariado da Juventude e Vocações da Diocese de Portalegre-Castelo Branco espera que “a situação sanitária do país vá evoluindo favoravelmente para rapidamente” se poder organizar, nas respetivas paróquias dos “avós”, “uma festa de conhecimento recíproco”.
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