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Região 5 de maio de 2020

Castelo Branco: JSD diz que Luís Correia tem “atitude narcisista e imatura” e acusa PS de “mentir aos albicastrenses"

Por: Diário Digital Castelo Branco

A concelhia da Juventude Social Democrata (JSD) de Castelo Branco diz que Luís Correia não tem condições para continuar à frente da Câmara Municipal de Castelo Branco depois de o Supremo Tribunal Administrativo ter confirmado a perda de mandato. 

Em comunicado de imprensa enviado ao Diário Digital antes da conferência de imprensa que o presidente da Câmara de Castelo Branco que fez esta 2ªfeira no Salão Nobre da autarquia, os jovens sociais-democratas afirmam que “Luís Correia tem violado permanentemente os valores da ética e da transparência”, razão pela qual “não tem condições para se manter em funções”, referindo ainda que “as ilegalidades praticadas e os interesses que se amarraram ao partido no poder deixam clara a falta de capacidade política na resposta aos reais problemas do concelho e contribuem para a difusão de um sentimento de desconfiança das pessoas em relação aos políticos”.

A decisão do presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco de recorrer mais uma vez da perda de mandato demonstra na opinião da JSD “uma atitude narcisista e imatura, de quem se acha acima da lei”.

O presidente “perdeu o respeito dos albicastrenses quando fugiu às suas responsabilidades e escolheu arrastar este processo no tempo, colocando os seus interesses pessoais acima dos interesses do nosso município” e acrescenta que o autarca “só assume protagonismo quando as notícias são simpáticas, quando as coisas não correm bem, a sua liderança dá lugar à irresponsabilidade”.

O Partido Socialista, cuja concelhia manifestou a confiança em Luís Correia, é também acusado de “mentir aos albicastrenses” e a JSD diz não se conformar com “vergonhosas tentativas de confundir a opinião pública ao repetir diversas vezes que Luís Correia não teve qualquer influência ou participação nos procedimentos contratuais, nem na indicação das empresas a convidar ou que não obteve vantagens para si e para a sua família, quando a leitura dos acórdãos desmente essas afirmações”.

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