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Região 17 de agosto de 2020

Sindicatos de Castelo Branco discordam da redução e limitação do apoio nos passes sociais

Por: Diário Digital Castelo Branco

A União dos Sindicatos de Castelo Branco (USCB) considera inaceitável as noticias que publicas sobre a decisão que a CIM Beiras e Serra da Estrela relativamente à redução e limitação do apoio nos passes sociais.

Em comunicado os sindicalistas acham que estas reduções "terão implicações significativas no orçamento das famílias e na mobilidade dos trabalhadores, reformados e na deslocação das pessoas e, afasta a sua maioria uma vez que é retirado o apoio de 40% nos passes normais e aos que tem mais de 65 anos ou menos de 23 anos os 60%, passando a fazer depender o apoio da situação de carência económica a ser comprovada pelas camaras municipais", lê-se no texto enviado ao Diário Digital Castelo Branco.

Utilizam para esta redução o apoio que tem dado às empresas para que garantam os serviços mínimos. A USCB relembra que a partir do dia 23 de Março e nos meses de Abril e Maio nem os serviços mínimos existiam, pois as empresas após o encerramento das escolas maioritariamente entraram em processos de lay off e até os serviços que referem mínimos em determinados concelhos deixaram de existir. Relembramos que houve trabalhadores que nos meses mencionados se viram confrontados com as interrupções dos transportes e que alguns deixaram de ter sequer condições para se deslocar para o local de trabalho. Assim, os apoios que são referidos e financiados através do PART pelo Fundo Ambiental “…600 mil euros” devem ter sido aplicados em reduzidos serviços mínimos, muito mínimos mesmo, ou então em apenas uma ou outra empresa. Justificam com “provocou défices acentuados no sector de transportes de passageiro”.

Utilizam desta forma a pandemia para justificar este transtorno, limitação e “assalto” aos que neste período menos têm e esses sim, devido à pandemia. Os sindicalista afirmam que, centenas de trabalhadores foram confrontados com processos de lay off e outros com encerramentos, despedimentos e consequente situação de desemprego. Como alertaram, a seguir à pandemia gerada pelo Covid 19, vem a pandemia social que está “a trazer incerteza, dor e sofrimento à casa de muitos trabalhadores”.

Assim, a direcção da União de Sindicatos considera que efectivamente devem no futuro próximo garantir serviços de transporte que garantam e sejam adequados às necessidades de mobilidade das populações. Não devem, no entanto ser retirados os apoios existentes que foram atribuídos devido às necessidades reais das pessoas, devido às dificuldades que temos de mobilidade no interior do pais e particularmente no Distrito de Castelo Branco, que já, no contexto antes Covid 19 era bastante débil. A direcção da USCB/CGTP-IN tomará as devidas medidas junto das entidades competentes para que estas medidas sejam revertidas

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