Por: José António Baleiras
O prémio de jornalismo Maria Barroso vai ser entregue em Castelo Branco no próximo dia 18 de Outubro e a edição de 2020 tem como nomeada a jornalista Aura Miguel.
A laureada este ano é a jornalista Aura Miguel que acompanha a atualidade do Vaticano e as visitas efetuadas pelos últimos três Papas.
O anúncio foi feito esta terça-feira passada, dia 6 de Outubro, na Câmara Municipal. O prémio é atribuído pela Fundação Pro Dignitate, criada por Maria Barroso.
O programa estende-se ao longo do dia 18 de Outubro tendo início às 12:00 horas, com uma missa presidida por D. Américo Aguiar, na Sé-Catedral albicastrense. Às 15:00 horas, no Cine Teatro Avenida, será tempo de um momento musical com o grupo “Arame Ensemble” e o pré-lançamento do livro “Maria e Sophia, confidências e Desabafos”, da autoria de Rosabela Afonso. Uma obra que será apresentada por Henrique Monteiro e Luísa Mellid-Franco.
Às 16:00, também no Cine Teatro Avenida será entregue o Prémio “Maria Barroso - Jornalismo ao Serviço da Paz e do Desenvolvimento”. Posteriormente será exibido o documentário “Maria Barroso ao Serviço da Paz e do Desenvolvimento”.
A sessão prossegue com a realização de uma entrevista a Aura Miguel por José Pedro Frazão, com depoimentos de D. Américo Aguiar e Frei Fernando Ventura. A cerimónia termina com uma sessão de autógrafos com os escritores convidados do evento.
Na apresentação do evento, o presidente da Câmara, José Augusto Alves, destacou o facto de “Castelo Branco estar associado a grandes eventos nacionais como este”.
José Augusto Alves afirmou que “esta é uma forma de homenagear a defunta Maria Barroso, esposa do ex-chefe de Estado Mário Soares, que lutou por causas anti-fascista e que sempre lutou por melhorar as condições de vida das pessoas”, lembrando o percurso da jornalista Aura Miguel também.
Por sua vez Avelina Ferraz, curadora deste prémio, realçou o papel de pedagoga que Maria Barroso teve, classificando-o como uma das mais importantes num período recente. “Este prémio surge porque foram muitos os momentos de conversa com Maria Barroso, que teve sempre uma atenção especial para as questões sociais, não só de Portugal, mas também na lusofonia”.
Avelina Ferraz, também salientou “o grande trabalho cultural que tem sido desenvolvido em Castelo Branco”.
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