Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
Região 13 de março de 2012

Castelo Branco: Diferença da média salarial entre homens e mulheres chega a 50 % no distrito

Por: Diario Digital Castelo Branco

O salário médio de uma mulher no concelho de Vila Velha de Ródão é metade do que em média ganha um homem, revelou à Agência Lusa a União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB/CGTP-IN).

O salário médio de uma mulher no concelho de Vila Velha de Ródão é metade do que em média ganha um homem, revelou à Agência Lusa a União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB/CGTP-IN).

Os dados foram divulgados no âmbito de uma apresentação incluída em ações em defesa da igualdade de género, que decorrem desde o Dia Internacional da Mulher, 08 de março.

De acordo com dados de 2009 do Ministério da Solidariedade e Segurança Social, e citados pela USCB, o ganho médio mensal dos trabalhadores por contra de outrem em Vila Velha de Ródão era de 1.415 euros para os homens e 760 para as mulheres.

Os salários estavam mais próximos em Proença-a-Nova, mas com valores mais baixos. De acordo com os mesmos dados, o salário médio dos homens rondava 770 euros e o das mulheres 697.

Ainda segundo a USCB, a pensão média das mulheres no distrito de Castelo Branco é de 242 euros, ou seja, abaixo da média nacional (cerca de 270 euros) e da média nacional das pensões dos homens (339 euros).

A estrutura sindical destacou o caso das pensões de sobrevivência, que considerou "especialmente baixas", com uma média de 181 euros no distrito e 214 euros no país.

Para a USCB, os números são injustos para com as mulheres que, no final de janeiro de 2012, representavam "55 por cento dos 10.613 desempregados inscritos nos centros de emprego" do distrito.

Ainda em janeiro, "só 101 desempregadas foram colocadas em postos de trabalho pelos centros de emprego", um número considerado baixo pela estrutura sindical: "apenas 14 por cento face às novas inscrições e menos de dois por cento do total de desempregadas inscritas".

A USCB frisou ainda que, contando apenas os contratos a termo nos quadros de pessoal de 2008, a precariedade abrangia 26 por cento dos trabalhadores do distrito, mas contas feitas, considerando apenas as mulheres, a taxa sobe para 29 por cento. 

Partilhar:

Relacionadas

Newsletter

Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.

Siga-nos

Acompanhe as nossas redes sociais e fique por dentro das novidades.

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!