Por: Cristina Valente
A Tuna Académica feminina do Instituto Politécnico de Castelo Branco (TAFIFCB) organiza no próximo sábado o VII Olimpo – Festival de Tunas femininas de Castelo Branco.
A Tuna Académica feminina do Instituto Politécnico de Castelo Branco (TAFIFCB) organiza no próximo sábado o VII Olimpo – Festival de Tunas femininas de Castelo Branco.
O festival tem lugar às 21:30 no Cine-Teatro de Castelo Branco, e tal como nas edições anteriores tem a concurso 4 tunas. Participam a Barítuna – Tuna Feminina da Faculdade de Direito de Lisboa, Cavaleiras de Séllium – Tuna Feminina do Instituto Politécnico de Tomar, C’a Tuna aos Saltos – Tuna Médica Feminina da Universidade da Beira Interior e Egitúna – Tuna Feminina do Instituto Politécnico da Guarda.
Para além das 4 tunas a concurso, vão subir ao palco a Castra Leuca – Tuna Académica Masculina do Instituto Politécnico de Castelo Branco e a tuna organizadora TAFIFCB.
A presidente da Tuna feminina do Politécnico de Castelo Branco, Marisa Marques, diz que é objetivo da tuna com a realização deste evento, “ dar a conhecer ainda mais a nossa tuna e demostrar o gosto pelo canto, convívio a alegria e o espirito académico”.
“Queremos acima de tudo demostrar que na nossa passagem por Castelo Branco, nos preocupamos, estudantes, em realizar eventos culturais que dignifiquem esta região do interior” acrescenta Marisa Marques.
As Tunas que participam no concurso vão ser avaliadas por um júri composto por personalidades ligadas à música e aos espetáculo de Castelo Branco. O jurado vai escolher a melhor tuna, 2º melhor tuna, melhor instrumental, melhor solista, melhor original, melhor estandarte, melhor pandeireta, melhor Passa Calles e a Tuna mais Tuna.
Lizandra Rego, Magister da Tuna organizadora, adianta que a tuna feminina do IPCB vai apresentar no Olimpo, como de resto já é habitual, uma novidade. “Este ano não temos novo tema, mas temos temas com novos arranjos musicais, decidimos reformular musicalmente alguns dos nossos originais, temas que já são muito conhecidos, mas que agora estão musicalmente diferentes” diz Lizandra Rego.
“Uma homenagem às nossas antecessoras” acrescenta Marisa Marques.
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