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Região 9 de abril de 2012

Vila Velha de Ródão: Livro editado pela autarquia é apresentado amanhã na FNAC do Chiado

Por: Diario Digital Castelo Branco

O livro “Crónicas da minha infância: os sentidos da memória” da autoria de Ilda Ribeiro Pires, editado pelo Município de Vila Velha de Ródão no âmbito do projeto “Vidas e Memórias de uma Comunidade”, é apresentado amanhã na FNAC Chiado às 18H30.

O livro “Crónicas da minha infância: os sentidos da memória” da autoria de Ilda Ribeiro Pires, editado pelo Município de Vila Velha de Ródão no âmbito do projeto “Vidas e Memórias de uma Comunidade”, é apresentado amanhã na FNAC Chiado às 18H30.

O projeto “Vidas e Memórias de uma Comunidade”, dinamizado pela Biblioteca Municipal José Baptista Martins desde 2010, tem vindo, desde então, a recolher e preservar o património cultural material e imaterial do concelho de Vila Velha de Ródão e a apostar na divulgação destas fontes de informação únicas, dispondo já de uma biblioteca digital, acessível em www.memoriasderodao.net.

Esta publicação, que é a terceira editada no âmbito do referido projeto, propõe a revisitação poética do passado do concelho, numa abordagem que, sendo pessoal, nunca deixa de ser também coletiva. Na obra partilham-se vivências, relembram-se amizades, exprimem-se sentimentos que desvelam um modo de vida hoje apenas vislumbrado nas paisagens e práticas do quotidiano do interior rural do país.

Esta narrativa de um espaço e das suas gentes oferece, para além da qualidade poética e testemunhal dos textos, uma estética rica e fortemente comunicativa, graças à utilização de trabalhos artísticos do Mestre Manuel Cargaleiro e de sua mãe, Ermelinda Cargaleiro - naturais do concelho de Vila Velha de Ródão -, cuidadosamente selecionados pela autora do livro.

A poesia de Ilda Ribeiro Pires, nas palavras do autor da introdução da obra, José Manuel Batista, “apresenta-se tão imagética, luminosa, fresca e revigorante, ao nível formal e semântico, que as narrações que nos oferta, em extensas estrofes, se tornam breves e nos sentimos de novo pertença de um território memorial ao qual a autora nos conduz”.
 

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