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Região 18 de abril de 2012

Docente da ESE lança novo livro no âmbito da Pedagogia Social e da História da Educação Social

Por: Diario Digital Castelo Branco

“Proteção social e (R)educação de menores: Padre António de Oliveira” é a mais recente obra científica de Ernesto Candeias Martins, docente da Escola Superior de Educação do Politécnico de Castelo Branco.

O livro sobre o “mentor da Lei de Proteção à Infância (1911), editado pela Editorial Caritas, será lançado no dia 3 de maio, pelas 17h30 no auditório do da Escola Superior de Educação de Castelo Branco.

“Proteção social e (R)educação de menores: Padre António de Oliveira” é a mais recente obra científica de Ernesto Candeias Martins, docente da Escola Superior de Educação do Politécnico de Castelo Branco.

O livro sobre o “mentor da Lei de Proteção à Infância (1911), editado pela Editorial Caritas, será lançado no dia 3 de maio, pelas 17h30 no auditório do da Escola Superior de Educação de Castelo Branco.

A apresentação do livro será feita pelo Presidente da Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco, Armando Leandro, pelo Presidente da Cáritas, Eugénio Fonseca, José dos Santos Pires e pelo Bispo de Portalegre e Castelo Branco.

Para Ernesto Candeias Martins, a investigação teve por “objetivo de trazer ao âmbito da Pedagogia Social e da História da Educação Social em especial esta figura singular que foi o mentor da Lei de Proteção à Infância (1911). Trata-se de homenagear, nas comemorações dos seus cem anos de publicação (1911-2011), este pedagogo que proporcionou o início do direito tutelar em Portugal.

O Padre António de Oliveira foi, com as suas investigações (sociologia e etnografia criminal) e ações/intervenções institucionais (casa de Detenção e Correção de Lisboa/Escola de Reforma de Lisboa e outras instituições públicas de reeducação de menores delinquentes, vadios e em perigo moral), um autêntico educador social, que merece ser reconhecido na História da Educação Social e na Pedagogia Social portuguesa pois, para ele, a ação e o pensamento são os motores da formação e da reeducação da infância portuguesa”, refere o investigador.
 

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