Por: Diario Digital Castelo Branco
O Museu do Queijo de Peraboa, Fundão, vai proporcionar ao público interessado uma experiencia à volta de dois produtos endógenos, muito apreciados pelas pessoas que procuram a região.
O Museu do Queijo de Peraboa, Fundão, vai proporcionar ao público interessado uma experiencia à volta de dois produtos endógenos, muito apreciados pelas pessoas que procuram a região.
No âmbito do aniversário do museu do queijo, cujo programa será apresentado brevemente, entre os dias 26 de maio e 10 de junho, em parceria com um produtor de cereja da Cova da Beira de Peraboa, será realizada a apanha da cereja na Quinta do Limite.
Em nota de imprensa, o Presidente da Junta de Freguesia, José do Nascimento, explica como o evento se vai processar “O Museu do Queijo fez uma parceria com um casal de jovens empresários da Quinta do Limite, grandes produtores de Cereja da Cova da Beira. Nesse sentido, vai ser realizado um voucher, com os seguintes serviços: os visitantes terão oportunidade de colher as cerejas, mas primeiramente, podem comer à descrição; de seguida, levam 2 quilograma para casa. Posteriormente, irão usufruir de uma visita ao Museu do Queijo. Das nove da manhã às dezoito horas, portanto, a nossa cicerone irá abordar as qualidades das cerejeiras e das cerejas. Durante uma hora e meia, os nossos visitantes terão a oportunidade de desfrutar e sentir o sabor das cerejas. No final deste programa, os visitantes podem deliciar-se com as suas iguarias, no Restaurante Casa dos Mestres. Contudo, estas visitas terão que ser programadas para grupos.” afirma.
A propósito do assunto a empresária, Sandrina Melfe, ”a nossa quinta tem uma paisagem encantadora para a Serra da Estrela. Enquanto as pessoas usufruem das cerejas, a serra acompanha-as. Estamos motivados com esta parceria e estamos ansiosos pelos nossos visitantes. Há de facto muitas curiosidades à volta das cerejeiras.”
O Museu do Queijo pretende envolver a comunidade, de modo a que o museu continue a oferecer uma oferta turística de qualidade e diversificada. “Temos que valorizar os produtos endógenos, ou seja, os da nossa terra. O programa para as comemorações do 1º Aniversário do Museu do Queijo está a ser preparado. Neste momento, creio, vamos a caminho dos 6 000 visitantes. Estamos satisfeitos com a evolução do museu, as marcações têm chegado a um bom ritmo; aliás, temos visitantes que já o visitaram quatro vezes. Quando o tempo melhorar, esperamos realizar algumas caminhadas: “Caminhos dos Pastores – Transumância” e das “Canadas”, pois foram atividades que tiveram um enorme sucesso.”
O Balanço é “francamento positivo, a aldeia começa a ser invadida por vários linguarejares. Neste momento, a região da Galiza e turistas de origem brasileira têm procurado o nosso museu. No que diz respeito ao campo educativo, a Quinta Pedagógica Pastoril tem sido um sucesso e a pequenada tem adorado fazer a ordenha. Também a Lameagro iniciou outra atividade, a tosquia. A fábrica Braz Irmão, outro parceiro do museu, tem- nos ajudados imenso. Continuamos abertos a propostas… há um trabalho de responsabilidade que tem sido feito pelos nossos técnicos, que diariamente lutam pelo seu êxito”, refere José do Nascimento.
Empresas de turismo nacional estão a procurar o Museu do Queijo. “O projeto gastronómico vai ser relançado, a reabertura da Casa dos Mestres será para breve. A concessão foi cedida ao proprietário do Restaurante Império dos Sabores. Concorreram vários restaurantes e outros interessados, mas o Império dos Sabores, no parecer da junta, foi aquele que conseguiu cumprir os nossos requisitos. Vamos ter as iguarias regionais, como borrego, cabrito…O Dia Mundial da Criança (1 de junho) vai ser comemorado, bem como, o Dia Internacional dos Museus, 18 de maio.”
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