Por: Diario Digital Castelo Branco
“Tirar esta seiva financeira à economia portuguesa é das marcas mais negras que ficam deste Governo, que nos envergonhou em Bruxelas e que é razão para a falência de empresas e desemprego”, disse Carlos Pinto.
"Já não estamos em tempo de palavras mansas para definir o que se está a passar", acrescentou.
O autarca falava na Covilhã, onde foi o anfitrião num almoço de Paulo Rangel com militantes do PSD para apresentação da candidatura à liderança do partido.
“A média nacional de aplicação do QREN não ultrapassará os seis por cento. Há quem diga que na região Centro não ultrapassa os 0,8 por cento. A Câmara da Covilhã nunca recebeu um euro do QREN”, referiu Carlos Pinto.
“No país já devíamos estar entre os 35 a 40 por cento. São recursos vindos de Bruxelas que deviam servir para diminuir a crise”, destacou.
Carlos Pinto criticou uma cerimónia marcada para terça feira no Parque das Nações, em Lisboa, em que o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses vão assinar uma alteração ao regulamento do QREN.
Descontente com o convite que recebeu, questiona o evento. “A alteração mostra que o anterior Governo estava errado”, destacou, sendo que aquela alteração “devia ser feita de um dia para o outro” em vez de ser celebrada.
“Isto é uma vergonha. É uma insatisfação permanente de show off, de palco”, concluiu.
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