Por: Diario Digital Castelo Branco
Sobre a posição tomada pela distrital do PSD de “repudiar a manifestação”, o Coordenador da USCB/CGTP-IN, Luís Pereira Garra, responde: «Chamar ladrão a quem tira a dignidade à vida não é um insulto. Ladrão é o nome certo.”
Sobre a posição tomada pela distrital do PSD de “repudiar a manifestação” o Coordenador da USCB/CGTP-IN Luís Pereira Garra responde: «Chamar ladrão a quem tira a dignidade à vida não é um insulto. Ladrão é o nome certo.”
“Numa ânsia de sair do anonimato a Comissão Política Distrital do PSD veio à liça para atacar a União dos Sindicatos de Castelo Branco e o seu coordenador, a propósito da legítima manifestação que realizámos aquando da visita do ministro da economia à Covilhã.” declara a nota de imprensa enviada ao DDCB.
A direção da USCB/CGTP-IN defende, na mesma nota, que os direitos dos trabalhadores, da atividade económica, das empresas do distrito, dos serviços públicos (saúde, segurança social, educação e justiça) estão a ser “violentamente destruídos” pelo governo do PSD/CDS-PP e pelo Presidente da República, Cavaco Silva.
Os sindicalistas acusam o PSD de ter lançando através da sua direção e através das redes sociais uma «campanha caluniosa».
Apelam, ainda, a constituição da república que confere o direito à resistência e evocam o artigo 21º: “Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública”. Argumentando que foi o que fizeram no passado dia 29 de Junho.
Acusam o Ministro de apenas «falar, falar, falar e não dizer nada »
O comunicado salienta a negativa manifestação dos empresários que participaram numa reunião havida com Santos Pereira.
«Uma vez que o ministro da economia se mostrou tão adepto do diálogo social, a direção da USCB/CGTP-IN vai reafirmar o pedido de reunião que já lhe formulou há um ano, esperando que se redima do esquecimento que teve na sua deslocação do dia 29 de Junho e que desta vez seja ele a reunir e não nos mande um assistente operacional do ministério.» termina desta forma o comunicado sindicalista.
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