Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) vai adotar, até ao final do ano, um sistema eletrónico de gestão documental, que “afastará a circulação de papéis dentro da instituição", anunciou hoje o seu presidente, Carlos Maia.
O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) vai adotar, até ao final do ano, um sistema eletrónico de gestão documental, que “afastará a circulação de papéis dentro da instituição", anunciou hoje o seu presidente, Carlos Maia.
O sistema vai permitir que toda a documentação interna da instituição e o relacionamento com os alunos se processe através da plataforma eletrónica.
"Além dos ganhos ambientais e económicos, o sistema permite a que o utilizador saiba, em tempo real, em que fase está o seu processo", explicou Carlos Maia, à margem da apresentação do relatório de atividades do último ano, em o IPCB geriu um orçamento de 21,8 milhões de euros.
Na ocasião, Carlos Maia mostrou-se satisfeito com os resultados obtidos pela instituição, mas vê com apreensão o futuro.
"São conhecidas as dificuldades para 2013 com mais um corte de 2,3 por anunciado para as instituições de ensino superior", referiu.
Carlos Maia revelou que a está a ser feita uma “análise minuciosa em todas as unidades orgânicas", a fim de que não haja prejuízos para a instituição.
O presidente do IPCB assegurou, ainda, que "há a preocupação de preservar os postos de trabalho".
Entretanto, o Politécnico de Castelo Branco vai permitir que os alunos paguem as propinas em dez mensalidades, caso o solicitem.
O presidente do IPCB explicou que o Politécnico “vai manter a propina para a licenciatura nos 840 euros anuais, o que significa que é uma das mais baixas” do país.
"Nenhum aluno desistiu do seu curso no IPCB por falta de pagamento das propinas. Estamos atentos às dificuldades das famílias, pelo que temos alargado o prazo do pagamento das propinas", disse.
O presidente do IPCB adiantou ainda que a propina para os mestrados também se manterá nos 990 euros, com exceção do curso em Cuidados Paliativos, cuja propina custa 1.500 euros.
O Instituto Politécnico de Castelo Branco tem cerca de cinco mil alunos - distribuídos pelos cursos de especialização tecnológica, licenciaturas e mestrados -, 447 docentes e 234 funcionários não docentes.
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