Por: Tiago Carvalho
O protocolo de geminação entre as duas freguesias com o mesmo topónimo prevê a realização de projetos de intercâmbio entre cidadãos e instituições de Castelo Branco, na Beira Baixa, e Castelo Branco, do concelho da Horta, na ilha do Faial, arquipélago dos Açores.
O protocolo de geminação entre as duas freguesias com o mesmo topónimo prevê a realização de projetos de intercâmbio entre cidadãos e instituições de Castelo Branco, na Beira Baixa, e Castelo Branco, do concelho da Horta, na ilha do Faial, arquipélago dos Açores.
As comunidades vão cooperar em atividades de índole cultural, desportiva, social, educativa, turística, empresarial e económica, bem como no domínio da gestão autárquica, com a troca de experiências entre os órgãos executivos e deliberativos de ambas as freguesias.
Será ainda criada uma estrutura de comunicação e informação que facilite a execução dos programas de cooperação.
Os primeiros passos para a formalização da geminação foram dados em 2007, quando uma comitiva da freguesia açoriana visitou Castelo Branco. No ano seguinte, foi a vez de membros da Junta e da Assembleia de Freguesia de Castelo Branco visitarem a ilha do Faial.
“Todos sabemos que não é muito habitual serem as freguesias a concretizar acordos de geminação. Essa é uma prorrogativa usual dos municípios. No entanto, a dignidade, o orgulho e a vontade de lutar aliaram-se ao facto, aparentemente singular, das nossas freguesias terem como denominador comum o mesmo topónimo, isto é, o mesmo nome”, referiu na cerimónia protocolar Jorge Neves, presidente da Junta de Castelo Branco, na Beira Baixa.
O autarca ambiciona “passar dos acordos de primeira geração, centrados nas vertentes cultural e de educação, para as chamadas geminações de segunda geração, centradas nos domínios económico e social”.
O presidente da Junta de Castelo Branco açoriana, Luís Botelho, elencou alguns dos equipamentos e atrativos daquela região.
A freguesia, com 1300 habitantes, dispõe de igreja paroquial, duas coletividades desportivas, uma casa do povo, um grupo de coral, uma filarmónica, um grupo etnográfico e um agrupamento de escuteiros, entre outras instituições.
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