Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
Região 5 de setembro de 2012

Castelo Branco: Câmara vai recuperar zona envolvente da Estação da CP

Por: Cristina Valente

 A Assembleia Municipal de Castelo Branco aprovou  por maioria, com a abstenção do BE, o acordo que permite ao município recuperar vários imóveis devolutos da REFER (Rede Ferroviária Nacional) junto à estação de caminho-de-ferro.

 A Assembleia Municipal de Castelo Branco aprovou  por maioria, com a abstenção do BE, o acordo que permite ao município recuperar vários imóveis devolutos da REFER (Rede Ferroviária Nacional) junto à estação de caminho-de-ferro.

Este acordo surge no âmbito das obras de construção do novo Centro Coordenador de Transportes da cidade, que vai ser construído nos antigos terrenos da Prazol. A autarquia quis ir mais longe para requalificar uma zona, “muito degradada” diz Joaquim Morão.

O autarca explica que o acordo a autarquia vai realizar com a REFER é valido por 50 anos, “após os quais é renovável de 10 em 10. A autarquia fica obrigada ao pagamento de uma renda simbólica de 370 euros mensais.

Com este acordo passam para o domínio publico diversos edifícios junto à estação, “edifícios que serão demolidos”, no total são 155 metros quadrados, que passam da REFER para o domínio público.

 

 

A autarquia incluiu neste acordo uma série de casas pertences à REFER no Bairro do Barrocal, “são casas que estão abandonadas há vários anos, algumas em avançado estado de degradação, são casas que a câmara vai recuperar e depois arrendar a preços controlados” diz Joaquim Morão.

 

 

A câmara vai também recuperar a Cocheira, “edifício que está também muito degradado, mas que é parte da história da CP, por isso vamos recupera-lo” acrescenta o autarca.

Segundo o autarca a recuperação dos imóveis ronda os 500 mil euros, permitindo "limpar" toda a zona “que se encontra com muito mau aspeto”.

 

 

Também para limpar a imagem da cidade a autarquia fica com a possibilidade, “se assim o entender” de demolir as casas da REFER na Rua Pedro da Fonseca, “são casas velhas, que se encontram emparedadas e que são uma má imagem a quem chega à cidade” por isso a autarquia pode vir a demoli-las, “apesar de esses terrenos continuarem a pertencer à REFER, e não entrarem no acordo” explica Joaquim Morão.

Partilhar:

Relacionadas

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!