Por: Cristina Valente/Jaime Pires - Fotos: Alberto Ladeira
Gratidão. Foi este o sentimento de emoção que José Sanches Pires, o padre redentorista que Castelo Branco acolheu há 43 anos mais utilizou no jubileu do seu sacerdócio.
Gratidão. Foi este o sentimento de emoção que José Sanches Pires, o padre redentorista que Castelo Branco acolheu há 43 anos mais utilizou no jubileu do seu sacerdócio.
O dia era de festa e até coincidiu com o dia da semana em que foi ordenado padre, em Valladolid, (Espanha). No Domingo, a Igreja de Nossa Senhora de Fátima foi pequena para acolher tão grande número de cristãos, amigos, familiares e entidades para quem o padre tem sido um parceiro determinante no desenvolvimento da cidade albicastrense.
Na paróquia de Nossa Senhora de Fátima, que viu nascer, deixou-se levar pela emoção, sentimento que ultrapassou o próprio coração, ao olhar para a família que participava na eucaristia e a recordar de forma afetuosa os pais e a eles agradecer-lhes tudo o que é hoje. Nos desígnios de Deus, entre tantos rapazes na aldeia de Fóios seria ele o escolhido para a grande jornada missionária.
De pequena estatura, (o padre Sanches mede 1.53), a cidade está rendida a tão grande homem que tem uma obra social.
Na eucaristia, presidida por D. Antonino Dias, bispo da Diocese de Portalegre e Castelo Branco, o prelado lembrou que num tempo em que toda a gente tem medo de assumir compromissos o exemplo do padre José Sanches é um testemunho de entrega e dedicação á cidade. Preocupado com a falta de vocações, D. Antonino Dias lembrou que Castelo Branco, sendo a maior paróquia da diocese não tem nenhum seminarista. Um apelo aos jovens a seguir o mesmo exemplo do padre José Sanches, que há 50 anos, soube dizer sim ao apelo de Deus.
Uma festa com a família de sangue e de coração
Foi com a sua família de sangue, mas também de coração que o Padre Sanches comemorou depois da Celebração da Eucaristia os 50 anos de Sacerdócio.
Num almoço no Centro Social Padres Redentoristas, a menina dos seus olhos, esteve rodeados de muitos amigos que ao longo da sua vida sacerdotal foi fazendo por onde passou. Muitos vieram de longe, para estar presentes neste dia tão especial para o Missionário. No almoço estiveram presentes também vários organismos locais, Câmara Municipal, Junta de Freguesia, e Centro Regional de Segurança Social, e amigos… muitos amigos.
Das mãos do Presidente da Junta de Freguesia recebeu a medalha de mérito da freguesia, e foram muitos os que quiseram marcar a data com uma lembrança, foi também assim que fez Joaquim Morão, autarca Albicastrense, que ofereceu ao Missionário um relógio.
Na festa não faltaram os colaboradores do Centro, que confecionaram e serviram o repasto, e que surpreenderam o homenageado com um filme onde recordaram vários momentos da sua vida.
Mais uma vez a Gratidão foi a palavra mais proferida pelo sacerdote, que recordou que desde cedo soube que queria estar ligado a uma obra social.
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