Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O Tribunal de Idanha-a-Nova decidiu manter em prisão preventiva um cabo da GNR da vila e uma mulher por suspeita de crimes sexuais envolvendo menores, disse fonte daquela força de segurança.
O Tribunal de Idanha-a-Nova decidiu manter em prisão preventiva um cabo da GNR da vila e uma mulher por suspeita de crimes sexuais envolvendo menores, disse fonte daquela força de segurança.
O cabo da GNR ficou detido no Presídio Militar de Tomar, enquanto a mulher está em prisão domiciliária, acrescentou.
Os dois tinham sido detidos na quarta-feira pela Polícia Judiciária, juntamente com um outro homem, ao qual foi aplicada a medida de coação de apresentações periódicas.
Os três suspeitos foram ouvidos no Tribunal de Idanha-a-Nova até à 01:30 da madrugada.
As vítimas terão sido duas raparigas de 14 e 15 anos e o elemento da GNR que foi detido é um cabo com cerca de 40 anos, casado e pai, residente em Idanha-a-Nova, acrescentou a mesma fonte.
O caso surgiu a partir de denúncias de abusos sexuais contra o militar, feitas junto da comissão de proteção de crianças e menores da vila, o que levou a um processo de averiguações interno na GNR.
O suspeito acabaria por ser constituído arguido pelo comandante do destacamento de Idanha-a-Nova, no início de agosto, sendo o caso entregue à Polícia Judiciária, por ser a força competente para investigar os indícios em causa.
Ao longo de quase dois meses, "a Polícia Judiciária realizou diversas diligências e o militar foi detido na quarta-feira", juntamente com outro homem e uma mulher suspeitos de envolvimento no caso, referiu a mesma fonte da GNR.
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