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Cultura 28 de novembro de 2012

Prémios Amália são entregues sexta-feira em gala a realizar no Coliseu dos Recreios

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Os Prémios Amália Rodrigues, que este ano distinguem 22 personalidades dentro e fora do fado, entre as quais Cidália Moreira e Rodrigo, são entregues na sexta-feira, numa gala a realizar no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

 

Os Prémios Amália Rodrigues, que este ano distinguem 22 personalidades dentro e fora do fado, entre as quais Cidália Moreira e Rodrigo, são entregues na sexta-feira, numa gala a realizar no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Esta é a sétima edição da gala que volta ao cenário do Coliseu onde se realizou, pela primeira vez, em 2010. A Fundação Amália Rodrigues instituiu os Prémios no sentido de homenagear a fadista, falecida em 1999, e distinguir “artistas de grande valor, reconhecendo e estimulando novos talentos”, segundo nota enviada à Lusa.

A Fundação realça também o papel da criadora de “Povo que lavas no rio” que “tanto enriqueceu a vida cultural e artística de Portugal, dentro e além-fronteiras”, tendo dado um “contributo inigualável para a declaração do Fado a património imaterial da humanidade”.

O júri que integrou, entre outros, o músico Jorge Fernando, decidiu “alargar as categorias”, ao considerar “o legado de Amália transversal e universal, não se deixando prender a géneros ou preconceitos”, afirma a Fundação, sendo assim distinguidas 22 personalidades em 13 categorias "dentro e fora do fado".

Cidália Moreira e Rodrigo irão receber o Prémio Carreira “dentro do fado”, e Paulo de Carvalho “fora do fado”.

Com o Prémio Revelação são distinguidos “dentro do fado”, Micael Gomes (guitarra portuguesa), Bernardo Viana (viola de fado) e Fábia Rebordão (voz); “fora do fado” é distinguido o pianista e compositor Filipe Raposo.

O CD “Os fados e as canções do Alvim”, de Fernando Alvim e amigos, é distinguido com Prémio Álbum do Ano “dentro do fado”, enquanto “fora do fado” recebe o CD “Em busca das montanhas azuis”, de Fausto Bordalo Dias.

O Prémio de Composição é para Carlos Manuel Proença que já tinha sido distinguido em 2008 com o Prémio Melhor Instrumentista, e o Prémio Letrista para João Monge.

O Prémio Instrumentistas distingue Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Diogo Clemente (viola de fado) e Filipe Larsen (viola baixo).

O Prémio Ensaio foi para a obra “A Origem do Fado”, de José Alberto Sardinha, enquanto o Prémio Divulgação, entregue este ano pela primeira vez, é para a Rádio Amália.

Desde 2006, a Fundação Amália Rodrigues entrega o Prémio Ensaio e Divulgação que é agora dividido em dois. Rui Vieira Nery, o Museu do Fado e José Manuel Osório foram algumas das personalidades distinguidas em edições anteriores.

O Prémio Produção Discográfica, uma das novidades da edição deste ano, foi para José Mário Branco, que tem produzido os mais recentes álbuns de Camané, fadista já galardoado com o Prémio Melhor Intérprete e Melhor Álbum.

O Prémio Intérprete “dentro do fado” distingue Carminho que em 2005 recebeu o Prémio Revelação, e na área “fora do fado” Rui Veloso.

Prémio Fusão, outra categoria nova este ano, distingue em ex-aequo os pianistas Mário Laginha e Bernardo Sassetti, este falecido em maio passado.

Mísia irá receber o Prémio Divulgação Internacional e Gonçalo Salgueiro o Prémio Tributo a Amália Rodrigues pelo seu álbum “No tempo das cerejas”, editado em 2002.

O Prémio Amália Internacional tinha sido entregue nas duas primeiras edições do galardão, em 2005 e 2006, respetivamente a Mariza e Cristina Branco.

O Prémio Tributo a Amália é uma novidade assim como o Prémio Prestígio que distingue o guitarrista e compositor António Chainho e o maestro e compositor António Vitorino d’Almeida.

Além de Jorge Fernando, instrumentista que chegou a acompanhar Amália Rodrigues, o júri deste ano foi ainda formado pelo fadista e radialista José Gonçalez, a compositora e intérprete Amélia Muge, o jornalista e letrista Nuno Miguel Guedes, o guitarrista e compositor Sidónio Pereira e ainda Álvaro Sales Lopes, do Conselho Geral da Fundação, instituída por vontade testamentária da artista.

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