Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
As reformas estruturais na economia portuguesa são “essenciais e inadiáveis”, e apesar da atual conjuntura têm de ser concretizadas de forma a poder relançar o crescimento no médio/longo prazo, defende a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
As reformas estruturais na economia portuguesa são “essenciais e inadiáveis”, e apesar da atual conjuntura têm de ser concretizadas de forma a poder relançar o crescimento no médio/longo prazo, defende a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
“O que a OCDE tem vindo a defender e que não depende tanto da conjuntura são reformas essenciais e inadiáveis, mas claro que a conjuntura poderá não ajudar. Estas são cruciais e críticas para relançar o crescimento a médio/longo prazo”, afirmou à Agência Lusa João Tovar Jalles, economista na OCDE responsável por Portugal.
Questionado sobre a conjuntura para a concretização de certas reformas, como as alterações que ainda deverão ser feitas ao código de trabalho tendo em vista a redução das indemnizações por cessação de contrato de trabalho, o economista explicou que a OCDE que é importante que estas prossigam tendo em vista o relançamento futuro da economia.
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