Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Os fatos remontam a 2006 quando, por duas vezes, o indivíduo privou a sua então companheira da liberdade, apontando-lhe uma arma à cabeça e ameaçando-a de morte.
Foi detido pelas forças policiais em agosto de 2006, depois de um episódio em que durante mais de cinco horas manteve sequestrada em casa a companheira, chegando a ameaçar os agentes policiais que entretanto se haviam deslocado ao local.
O arguido encontra-se separado desde então da companheira que chegou mesmo a ter de recorrer a um lar de apoio à vítima.
Foi no seguimento de todo este processo, que inclui ainda o filho do casal, que a 08 de maio Carlos Marinho, entrou no Palácio da Justiça de Gaia e ameaçou, com uma arma que depois se apurou ser de alarme, juízas funcionários.
Para a pena hoje conhecida, o Tribunal de Gaia teve em consideração o distúrbio de personalidade de Carlos Marinho, agravada pela ingestão de bebidas alcoólicas à data dos factos.
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