Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Maria da Fé, Ricardo Ribeiro e António Zambujo, são alguns dos fadistas que participam no cartaz fadista do Festival d'Île de France, em Paris, que começa hoje e termina domingo.
Maria da Fé, Ricardo Ribeiro e António Zambujo, são alguns dos fadistas que participam no cartaz fadista do Festival d'Île de France, em Paris, que começa hoje e termina domingo.
O espetáculo, no Cirque d'Hiver Bouglione, na capital francesa, intitula-se “Fado: Uma história da identidade portuguesa”, e junta no mesmo palco Maria da Fé, João Braga, Camané, Ricardo Ribeiro, Katia Guerreiro, Carla Pires, Cristina Branco e António Zambujo.
O espetáculo mostra “diferentes gerações fadistas que revelam as milhentas facetas de um fado plural”, afirma o sítio do Festival na Internet.
Todos os fadistas são já conhecidos do público francês; Katia Guerreiro editou em CD e DVD, na semana passada, o espetáculo no Olympia, realizado há cerca de um ano e meio, Maria da Fé foi há três anos convidada para atuar no Instituto do Mundo Árabe, também em Paris, e António Zambujo tem participado em vários festivais franceses.
Sobre a criadora de “Cantarei até que a voz me doa”, escreve a organização que foi “a pioneira do fado moderno” e refere o projeto “Pop Fado", com José Duarte, em 1963, e o facto de ser proprietária do "famoso restaurante Senhor Vinho", em Lisboa.
Os fadistas serão acompanhados pelos músicos Paulo Parreira, Luís Guerreiro e Bernardo Couto, na guitarra portuguesa, Carlos Manuel Proença, João Mário Veiga e Nélson Aleixo, na viola, e Paulo Paz e Bernardo Moreira, no contrabaixo.
Sobre Camané, distinguido com três Prémios Amália, entre eles, o de Melhor Fadista, a organização afirma que o intérprete "é menos conhecido no estrangeiro, pelo facto de o fado ser mais divulgado no além-fronteiras por vozes femininas", nomeadamente Amália Rodrigues, que várias vezes afirmou em entrevistas, a importância capital que teve na sua carreira, a apresentação na sala do Olympia.
O texto do Festival afirma que Camané é "muito respeitado" em Portugal e refere a sua forte ligação com o músico José Mário Branco, que tem produzido os seus álbuns desde 1995.
Outro nome masculino do cartaz é o fadista Ricardo Ribeiro, sobre o qual o Festival salienta a música de fusão entre o fado, o flamenco e os cantos árabes, que faz, e data de 2008 o ano da sua internacionalização, com a edição do álbum que gravou com o aludista libanês Rabih Abou Khalil.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet